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A noite caíra sobre a cidade como um cobertor úmido, grudento, carregando consigo o cheiro de óleo queimado dos carros e o aroma doce e azedo das frutas podres nos sacos de lixo empilhados nas calçadas. As luzes dos letreiros de néon piscavam em ritmo desigual, Bar do Zé, Lanchonete 24h, Motéis a 50m refletindo em poças d’água suja que se formavam nos buracos do asfalto. O ar vibrava com o zumbido distante de um transformador sobrecarregado e o baque surdo de uma porta de carro sendo fechada algumas quadras abaixo. Era nesse cenário que a moto vermelha de Guto ronronava, estacionada de lado na calçada, o motor ainda quente demorando a se aquietar, como se respirasse fundo depois de uma corrida. Guto mantinha as mãos firmes no guidão, os dedos envoltos no couro gasto, as unhas curtas e sujas de graxa. Usava uma camiseta preta colada ao corpo, o tecido fino grudado nas costas pela umidade do suor, as costelas marcando levemente sob a pele morena. O cheiro de gasolina e fumo ainda impregnava suas roupas, misturado ao odor salgado do seu próprio suor. Ele não se virou quando ouviu os passos se aproximando, mas o corpo tenso, os ombros levemente levantados, traía a expectativa. Sabia quem era. Leroy apareceu ao lado da moto, a luz fraca do poste iluminando seu corpo magro, os ossos dos quadris marcados pela calça jeans justa, rasgada no joelho direito. A camisa branca, aberta até o terceiro botão, balançava solta sobre os ombros, deixando à mostra a pele clara, quase pálida, salpicada de algumas sardas nos ombros. Seus dedos, longos e afilados, brincaram com a alça da mochila antes de soltar o peso no chão, com um baque surdo. Ele não falou nada. Não precisava. O silêncio entre eles já era um diálogo antigo, cheio de promessas e ameaças, de coisas ditas com a boca cheia ou com as mãos ocupadas. Quando Leroy subiu na moto, foi devagar, como se estivesse medindo o espaço entre os dois corpos. Primeiro, uma perna passou por cima do banco, a coxa roçando de leve na de Guto. Depois, o peso se acomodou atrás, os quadris encostando, a virilha quente pressionando contra as nádegas de Guto. As mãos de Leroy deslizaram pela cintura do outro, os dedos se fechando com uma pressão que não era nem carinho nem violência, mas algo entre os dois uma reivindicação. Ele se inclinou para frente, os lábios quase tocando a orelha de Guto, o hálito quente e úmido, carregado do gosto amargo de cerveja barata e menta. Tá com pressa, é? sussurrou, a voz rouca, arrastada, como se as palavras tivessem sido raspadas da garganta. Os lábios roçaram a pele do pescoço de Guto, úmidos, e o homem estremeceu, os músculos das costas se contraindo sob a camiseta. Não era uma pergunta. Era um aviso. Guto não respondeu. Em vez disso, girou a chave na ignição, e a moto ganhou vida com um rugido gutural, as vibrações subindo pelas pernas dos dois, fazendo os ossos tremerem. Ele acelerou devagar, só para sentir o corpo de Leroy se colar ainda mais contra o seu, os braços agora cruzados sobre seu peito, uma das mãos descendo até a barriga, os dedos brincando com o cós da calça jeans. A rua estava quase vazia, só alguns bêbados cambaleando na frente do bar e uma mulher de short curto esperando um ônibus na parada, o cigarro aceso entre os dedos. Ninguém olhava para eles. Ninguém nunca olhava direito. Mas Leroy não ligava para isso. Suas mãos eram insistentes, explorando o corpo de Guto como se fosse a primeira vez mesmo que já tivessem se conhecido em cada canto escuro da cidade. Os dedos deslizaram para baixo, sobre o tecido áspero da calça, até encontrarem o volume duro entre as pernas de Guto. Um gemido abafado escapou da garganta de Guto, mais um som de raiva do que de prazer, mas ele não afastou a mão. Em vez disso, acelerou um pouco mais, como se quisesse provar que ainda estava no controle. Cuidado, porra rosnou, a voz grossa, o sotaque arrastado da periferia marcando cada sílaba. Mas não havia ameaça real ali. Só o aviso de um homem que sabia que já tinha perdido a batalha antes mesmo de ela começar. Leroy riu baixo, um som sujo, quase um ronronar. Os dedos apertaram o pau de Guto através do tecido, medindo o comprimento, a grossura, como se estivesse avaliando um objeto que já pertencia a ele. Tá duro pra caralho murmurou, a boca agora grudada na nuca de Guto, os dentes mordiscando a pele salgada. E a gente nem começou ainda. A moto freou bruscamente em frente ao café da esquina, o pneu derrapando levemente no asfalto molhado. O lugar era um buraco minúsculo, com mesas de plástico brancas e cadeiras de metal tortas, a pintura descascando das paredes. Dentro, o balcão de formica amarelada refletia a luz fraca de uma lâmpada piscando, e o cheiro de café queimado e fritura velha saía pela porta entreaberta. Não havia ninguém na calçada. Só eles, a moto, e o silêncio pesado que se instalou quando Guto desligou o motor. Ele desceu primeiro, as botas batendo com força no chão, os músculos das coxas se contraindo sob a calça justa. Antes que pudesse se virar, Leroy já estava atrás dele, a mão fechando em torno do seu pulso com uma força que não deixava espaço para discussão. Guto sentiu o calor do corpo do outro colado nas suas costas, o hálito quente no pescoço, e quando tentou se soltar, Leroy só apertou mais, os dedos afundando na pele como garras. Não vai fugir dessa vez, não disse, a voz um rosnado baixo, quase um growl. Vai ficar quieto e vai gozar pra mim. Guto virou a cabeça, os lábios entreabertos para responder, mas não teve tempo. Leroy o empurrou contra a parede do café, o tijolo frio e áspero raspando suas costas através da camiseta. As mãos do loiro foram direto para o cinto de Guto, dedos ágeis desabotoando a calça, puxando o zíper para baixo com um som metálico que soou alto demais no silêncio da rua. O ar frio da noite bateu no pau de Guto, já duro, latejando, a cabeça úmida escorrendo um fio de pré-gozo que brilhou sob a luz amarela do poste. Putinha safada Guto xingou, mas não havia força na voz. Só necessidade. Só fome. Leroy não respondeu. Em vez disso, ajoelhou se na calçada suja, as calças jeans rasgando levemente nos joelhos ao encostar no concreto. Suas mãos subiram pelas coxas de Guto, os polegares pressionando a pele quente logo acima do elástico da cueca, antes de puxá-la para baixo com um movimento brusco. O pau de Guto saltou para fora, grosso, veiado, a pele esticada sobre a cabeça roxa e inchada. Leroy não perdeu tempo. Abriu a boca e engoliu a cabeça de uma vez, os lábios se fechando em torno do anel da glande, a língua quente e molhada traçando círculos lentos sobre a fenda. Caralho! Guto arfou, as mãos voando para a cabeça de Leroy, os dedos se enterrando nos cabelos loiros, sujos de gel. Ele tentou empurrar o outro para longe, mas Leroy só segurou seus quadris com mais força, as unhas cravando na carne, e começou a chupar pra valer, a boca descendo até a metade do pau, a garganta se contraindo ao engolir cada centímetro. Saliva escorria pelos cantos da boca de Leroy, pingando no asfalto, enquanto ele trabalhava o pau de Guto com uma fome animal. Os sons molhados do boquete enchiam o ar , chup, glup misturados aos gemidos abafados de Guto, que agora não tentava mais resistir. Suas pernas tremiam, os músculos das coxas duros como pedra, e quando Leroy levou a mão para trás, deslizando um dedo entre suas nádegas, encontrando o cu apertado e úmido de suor, Guto não disse nada. Só arqueou as costas, oferecendo-se. Isso, seu putão Leroy murmurou, tirando o pau da boca só para cuspir na palma da mão. Vai tomar minha porra aqui mesmo, na rua, pra todo mundo ver. Leroy não respondeu. Não conseguia. Sua respiração era ofegante, os pulmões queimando, enquanto Leroy se levantava, as mãos tremulas de excitação enquanto desabotoava sua própria calça. O pau dele era mais fino que o de Guto, mas longo, a pele pálida quase translúcida, as veias latejando sob a superfície. Ele cuspiu na própria mão novamente, espalhando a saliva sobre a cabeça, antes de pressionar o corpo contra leroy , o pau quente e duro esmagado entre eles. Vira ordenou, a voz um rosnado. Leroy obedeceu. Virou-se, as mãos apoiadas na parede, o cu arredondado e firme exposto para Guto. Sentiu os dedos do outro deslizando entre suas nádegas, um deles pressionando contra seu buraco, úmido de saliva e pré-gozo. Não houve preparação. Não houve carinho. Só a ponta do pau de Guto empurrando contra ele, esticando a entrada apertada, até que, com um gemido gutural de leroy , o corpo cedeu, e guto entrou de uma vez, afundando até o talo. Porra! Leroy gritou, os dedos se cravando no tijolo, as unhas quebrando. A dor era aguda, queimando, mas logo se misturou com o prazer, a sensação de estar cheio, esticado, possuído. Guto não deu tempo para ele se acostumar. Começou a foder com força, os quadris batendo contra a bunda de leroy a cada investida, o som molhado e obsceno de carne contra carne ecoando na rua vazia. Isso, seu viado Guto grunhiu, as mãos seguras nos quadris de Leroy , os dedos deixando marcas vermelhas na pele. Toma essa porra, seu putão safado. Leroy não conseguia formar palavras. Só gemidos, arfadas, o corpo tremendo a cada estocada. Sentia o pau de Guto batendo fundo dentro dele, atingindo aquele ponto que fazia suas pernas fraquejarem, o cu queimando deliciosamente. Uma das mãos desceu, agarrando seu próprio pau, e começou a se punhetar no mesmo ritmo, a saliva de Guto ainda escorrendo pelo eixo, facilitando o movimento. Vai gozar pra mim Guto ordenou, a voz quebrada pelo esforço, os quadris agora batendo com mais força, mais velocidade. Agora, caralho. E Leroy obedeceu. Seu corpo se enrijeceu, as costas arqueando, e então veio o orgasmo, jorrando em jatos quentes e grossos sobre a calçada, as gotas espirrando nos próprios sapatos. Guto não parou. Continuou fodendo, cada vez mais fundo, até que, com um grunhido gutural, ele também gozou, o esperma quente enchendo cu de Leroy , escorrendo pelas coxas quando Guto finalmente se afastou, o pau molhado e brilhante. Os dois ficaram ali, ofegantes, o suor escorrendo pelas costas, a respiração pesada. Leroy ainda tremia, o cu latejando, a calça abaixada, o pau mole pingando os últimos fios de gozo. Leroy se ajoelhou novamente, desta vez para lamber o que restava do esperma do asfalto, os olhos fixos em Guto, desafiadores. Ainda bem que ninguém passou — disse, com um sorriso sujo. Senão ia ter que dividir.
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Leroy estava sentado em uma das mesas mais afastadas do Café e o Desejo, com livros e anotações espalhados pela superfície de madeira rústica. A cafeteria estava relativamente tranquila naquela tarde de terça-feira, com apenas alguns clientes dispersos conversando em voz baixa e o barulho suave da máquina de café ao fundo. Ele passava a mão pelos cabelos castanhos, frustrado com a quantidade de matéria que precisava revisar para a prova da semana seguinte. Seus dedos percorriam as linhas do livro de anatomia, tentando memorizar cada detalhe enquanto tomava goles lentos do seu latte quase frio. A luz suave que entrava pelas janelas grandes criava uma atmosfera acolhedora, quase íntima. Leroy vestia uma regata branca que marcava seus ombros largos e os braços definidos de quem frequentava a academia regularmente. O tecido leve deixava à mostra as linhas dos músculos de suas costas quando ele se curvava sobre os livros. Ele não percebeu quando a porta da cafeteria se abriu, nem os passos firmes que se aproximaram pela sua retaguarda. Bruno entrou no estabelecimento com seu jeito habitual de quem domina qualquer ambiente que pisa. Seus olhos escuros varreram o salão até encontrarem a figura familiar curvada sobre os livros. Um sorriso discreto curvou seus lábios enquanto caminhava em direção a Leroy, movendo-se com uma confiança quase predatória. Ele parou logo atrás da cadeira do moreno, permanecendo em silêncio, apenas observando. Seu olhar descia pelas costas de Leroy, apreciando a visão que ele conhecia tão bem, mas que nunca deixava de excitá-lo. Leroy sentiu uma presença atrás de si antes mesmo de ouvir qualquer som. O ar pareceu mudar, ficar mais denso, carregado de algo que ele reconhecia instantaneamente. Seus ombros tensionaram por um breve momento antes de relaxarem. Ele conhecia aquele cheiro — uma mistura de amadeirado com um toque de menta que era exclusivamente de Bruno. Porém, manteve os olhos fixos no livro, um sorriso discreto surgindo em seus lábios. Sabia que Bruno estava ali, apenas olhando, esperando. Era assim entre eles — uma dança silenciosa de poder e submissão que ambos conheciam perfeitamente. Bruno não disse uma palavra. Limitou-se a ficar ali, parado, seu olhar percorrendo cada centímetro do corpo de Leroy. Observava a forma como os ombros do moreno se moviam suavemente quando ele respirava, como os cabelos levemente desarrumados caíam sobre sua testa, concentrado. Bruno cruzou os braços sobre o peito largo, coberto por uma camiseta preta justa que realçava cada músculo definido. Seus olhos escuros continham fome, uma vontade que ele não se preocupava em esconder. Após alguns minutos que pareceram uma eternidade deliciosa, Bruno finalmente se moveu. Ele se inclinou, seu corpo quase roçando as costas de Leroy, e estendeu a mão. Com um gesto rápido e assertivo, arrancou o celular das mãos do moreno. Leroy nem teve tempo de reagir — não que quisesse. Seus dedos ficaram vazios por apenas um segundo antes de sentir o calor do corpo de Bruno mais próximo ainda. "Você estudou o suficiente," Bruno murmurou, sua voz grave e rouca diretamente no ouvido de Leroy. O moreno sentiu um arrepio percorrer sua espinha, seus mamilos endurecendo sob o tecido fino da regata. Antes que pudesse responder, Bruno girou a cadeira de Leroy bruscamente, fazendo o moreno olhar diretamente para ele. Seus olhares se encontraram — o de Bruno imperioso e o de Leroy, rendido. Bruno segurou o rosto de Leroy com uma das mãos grandes, os dedos apertando levemente sua mandíbula. E então, sem nenhum aviso, sem perguntar permissão, Bruno colou seus lábios aos de Leroy. O beijo foi urgente, dominador. Bruno invadiu a boca de Leroy com sua língua, explorando, tomando posse. Leroy sentiu o gosto de café e algo mais — a essência inconfundível de Bruno, algo que sempre o deixava fraco nos joelhos. Suas mãos instintivamente subiram para os ombros largos de Bruno, segurando-se enquanto era beijado com uma intensidade que fazia sua cabeça girar. O celular esquecido em algum lugar da mesa, os livros de anatomia completamente irrelevantes agora. Bruno puxou Leroy para cima, seus corpos se pressionando. O moreno podia sentir a ereção de Bruno através da calça jeans, rija e pulsante contra sua coxa. Um gemido escapou de sua garganta, abafado pelo beijo voraz. Bruno empurrou Leroy contra a borda da mesa, fazendo os livros caírem no chão com um baque surdo. Nenhum dos dois se importou. "Quero você agora," Bruno sussurrou contra os lábios inchados de Leroy, sua voz rouca. "Aqui." Leroy sabia que deveriam estar em público, que alguém poderia entrar a qualquer momento, que a cafeteria ainda tinha outros clientes. Mas quando Bruno olhava para ele daquele jeito, quando sua voz carregava aquela autoridade, ele era incapaz de negar qualquer coisa. Seu corpo já estava em chamas, seu próprio pau duro e dolorosamente apertado dentro da calça. Bruno não perdeu tempo. Suas mãos foram direto para o cós da calça jeans de Leroy, abrindo o botão com movimentos práticos e descendo o zíper. Ele virou Leroy de frente para a mesa, fazendo o moreno se apoiar nas mãos sobre a superfície de madeira. Com um movimento ágil, Bruno puxou a calça e a cueca de Leroy para baixo, expondo suas nádegas firmes e musculosas. "Você é lindo," Bruno murmurou, suas mãos apertando a carne macia. Ele se ajoelhou brevemente, separando as nádegas de Leroy e expondo seu buraco rosado e apertado. Sua língua traçou um caminho úmido da base das costas de Leroy até sua entrada, fazendo o moreno arquejar. "Bruno..." Leroy gemeu, suas unhas arranhando a superfície da mesa. A sensação da língua quente e úmida de Bruno em seu local mais íntimo era quase demais para suportar. Bruno alternava entre lamber e morder levemente, preparando Leroy com sua boca enquanto suas mãos mantinham as nádegas separadas. Ele sentia o gosto do moreno, sentia-o se contrair e relaxar sob sua língua. Seu próprio pau pulsava dentro da calça, pedindo atenção, mas ele se concentrava em abrir Leroy para ele. Quando finalmente considerou que Leroy estava pronto, Bruno se levantou e abriu sua própria calça, libertando sua ereção impressionante. Era grossa e longa, a cabeça vermelha e brilhante de excitação. Ele cuspiu na própria mão e passou a saliva pelo membro, lubrificando-o minimamente. "Respire," Bruno ordenou, posicionando a cabeça do seu pau na entrada de Leroy. O moreno obedeceu, inspirando fundo enquanto sentia a pressão inicial. Bruno empurrou devagar, a cabeça grossa abrindo caminho através do anel apertado de músculos. Leroy fechou os olhos com força, uma mistura de dor e prazer percorrendo seu corpo. Ele conhecia aquele sentimento — a invasão inicial, a sensação de estar sendo aberto e preenchido por Bruno. "Você é tão apertado," Bruno rosnou, finalmente enterrando-se completamente dentro de Leroy. Ele permaneceu imóvel por um momento, deixando o moreno se ajustar ao seu tamanho. Então começou a se mover. Primeiro devagar, com estocadas longas e profundas que faziam Leroy gemer a cada movimento. A mesa balançava sob o ritmo crescente, os livros caídos no chão esquecidos. Os sons obscenos de pele contra pele e os gemidos abafados preenchiam o canto onde estavam. "Sabe de uma coisa?" Bruno disse, sua voz rouca enquanto aumentava o ritmo. "Eu passei a tarde inteira pensando nisso. Em você." Leroy não conseguiu responder com palavras. Apenas gemeu mais alto quando Bruno acertou aquele ponto dentro dele que fazia sua visão ficar turva. Seu próprio pau balançava entre suas pernas, duro e gotejando líquido pré-gozo. Bruno agarrou os quadris de Leroy com força suficiente para deixar marcas, usando a alavanca para meter mais fundo e mais rápido. O som de seus testículos batendo contra as nádegas de Leroy era obsceno, ecoando pelo ambiente. Os poucos outros clientes da cafeteria tinham saído ou estavam deliberadamente ignorando o que acontecia no canto mais afastado. "Fode... Bruno... mais..." Leroy conseguia apenas balbuciar, completamente perdido no prazer. Cada estocada de Bruno arrancava dele gemidos que ele não sabia que podia produzir. Bruno sentiu o orgasmo se aproximando, a pressão em suas bolas ficando insuportável. Ele meteu com mais força ainda, sabendo que não duraria muito mais. Sua mão direita saiu do quadril de Leroy e foi até o pau do moreno, começando a punhetá-lo no mesmo ritmo das estocadas. "Vem comigo," Bruno ordenou, sua voz pesada. "Junto comigo." Leroy não precisou ser pedido duas vezes. Com alguns movimentos da mão de Bruno e uma estocada especialmente profunda, ele veio. Seu esperma jorrou em jatos grossos, sujando a mesa e o chão enquanto ele gritava o nome de Bruno. O clímax foi tão intenso que suas pernas tremeram. O aperto do ânus de Leroy ao redor do pau de Bruno foi o suficiente para levá-lo ao limite. Com um rosnido gutural, Bruno se enterrou o máximo que pôde e veio, enchendo Leroy com seu esperma quente. Ele continuou a meter lentamente através do próprio orgasmo, garantindo que cada gota ficasse dentro do moreno. Por alguns momentos, apenas o som de suas respirações irregulares preenchia o espaço. Bruno permaneceu dentro de Leroy, sua testa apoiada nas costas suadas do moreno. Lentamente, a realidade do que tinham feito começou a se infiltrar, mas nenhum dos dois parecia se importar. Bruno finalmente se separou de Leroy, seu pau semi-ereto escorregando para fora com um som úmido. Virou o moreno de frente para ele, capturando sua boca em um beijo que, embora ainda carregado de desejo, também continha algo mais — ternura. "Isso foi..." Leroy começou, ainda ofegante. "Incrível," Bruno completou, um sorriso satisfeito em seus lábios. "Você é incrível." Bruno ajudou Leroy a se arrumar, ajeitando sua própria roupa em seguida. Os livros ainda estavam no chão, o café de Leroy completamente esquecido e frio. Mas quando Bruno entrelaçou seus dedos aos dele e o puxou em direção à porta, Leroy soube que tinha muito mais pela frente. A tarde mal havia começado.
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FR_Vania Set View File HI!, THANKS FOR YOUR SUPPORT! YOU CAN ALSO SUPPORT ME ON PATREON [FREY PATREON PAGE] DOWNLOAD MORE OF MY CC COLLECTIONS. All Lods Custom Thumnail PATREON : FREE : Submitter Frey_FR Submitted 04/20/2024 Category Clothing Requires
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Her First Day On The Job
SammieSims posted a blog entry in Tabatha Barnes- The Switch Streamer By Day & An Escort By Night
Tabatha had not long since moved to San Myshuno she used her parents money she had inherited to move into a lavish & the best apartment in the town, she needed a job fast with good money & which she was able to work her own hours, so when she saw an ad for an escort job she signed up & there is one thing she loves to have sex with strangers. It can be in her own home or out in public she is not fussed because at the end of the day she is nobody yet at least so she can get away with this. When she is not whoring herself out she likes to stream on Switch where people love her but she already got a warning for being to provocative on there as well as wearing a bikini which of course is not allowed. She wants to have as many children as she can & if they join the career path that she is doing she will support them because after all her parents just threw money at her & did not support her at all. -
Skyla arrived at her local gym in Del Sol Valley, as she entered the building you could hear all the cheering & the clicks & flashes of the paparazzi cameras which was filling the gym. As she walked up the stairs she saw a few celebs whom she hoped to be one day well a different kind of celebrity but still. She found the closest treadmill & decided to work out a little as she scoped out her surroundings, she had a few townsfolk come up to her & give her some motivation something which she was not used to. She finished her workout then she fount a spot to stand before she offered her escorting services, slowly people came walking up to her some just shouted at her for doing such a thing others were up for the idea & she got a few clients from it. They decided to go somewhere more private to do these acts for the time being at least.......... Client 1 Client 2 They all left both satisfied but Skyla wanted more!!! Will they call upon her again ?????
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