O sol da tarde caía pesado sobre a casa de praia alugada, pintando o céu de tons alaranjados que se refletiam na superfície tranquila da piscina. O ar cheirava a sal, protetor solar e um toque de cerveja gelada, que os três amigos haviam deixado sobre a mesinha de plástico ao lado das espreguiçadeiras. Leroy, o mais alto do grupo, com a pele morena queimada pelo sol e os cabelos cacheados úmidos pela água, foi o primeiro a se levantar. Ele esticou os braços acima da cabeça, os músculos das costas se contraindo sob a pele brilhante de suor, e soltou um suspiro longo, como se estivesse se livrando das últimas tensões da semana.
Caralho, que calor do inferno resmungou, passando a mão pelos cabelos antes de ajustar a sunga azul, já meio frouxa nos quadris. Vou mergulhar de novo antes que esse sol me derreta.
Guto, sentado na beirada da piscina com as pernas dentro d’água, observou o amigo com um sorriso malicioso. Ele era mais baixo, mas compensava com uma estrutura larga, ombros definidos e um peito coberto por uma leve camada de pelos escuros que desciam em uma linha até desaparecer sob a sunga preta. Ao lado dele, Rafael, o mais quieto dos três, mas não menos intenso, coçou a barba por fazer enquanto seus dedos brincavam com a borda elástica da própria sunga. Seu corpo era magro, mas tonificado, com cicatrizes claras nos antebraços marcas de surfe de anos atrás.
á esperando o quê, véio? Guto cutucou Rafael com o cotovelo, o tom de voz já carregado daquele tom provocativo que só aparecia depois de algumas cervejas. O Leroy já tá quase nu. Vamos logo pro que interessa.
Leroy não respondeu. Em vez disso, com um movimento rápido e sem cerimônia, ele puxou a sunga para baixo, deixando-a cair nos azulejos brancos ao lado da piscina. Seu pau, semiereto, balançou levemente com o movimento, a cabeça rosada já úmida na ponta. Ele não se virou para olhar os amigos, apenas mergulhou de cabeça na água, o corpo cortando a superfície com um chapinho alto. Quando emergiu, jogou a cabeça para trás, os cabelos escorrendo água pelo rosto, e passou a língua pelos lábios, como se já antecipasse o gosto do que viria.
Guto e Rafael trocaram um olhar.
Não precisavam de palavras. Com um movimento sincronizado, os dois se levantaram, as sungas caindo quase ao mesmo tempo. O pau de Guto já estava duro, grosso e veioso, a pele esticada sobre a cabeça arroxeada, enquanto o de Rafael, um pouco mais fino, mas longo, se erguia em um ângulo orgulhoso, a ponta brilhando com uma gota de pré-gozo. Leroy os observava da água, os olhos escuros percorrendo cada detalhe, a respiração já um pouco mais acelerada.
Putinha murmurou Guto, descendo os degraus da piscina sem tirar os olhos de Leroy. Tá com fome, é?
Leroy não respondeu com palavras. Em vez disso, nadou até a beirada, onde os dois estavam, e segurou o corrimão de metal com as duas mãos, a água batendo na altura do peito. Sua boca se abriu, a língua saindo para lambuzar os lábios antes que ele se inclinasse para frente, os dentes roçando levemente na base do pau de Guto. O gosto salgado da água da piscina se misturava ao sabor mais terroso da pele, e ele não resistiu: envolveu a cabeça com os lábios, sugarando com força enquanto a mão direita descia para agarrar o pau de Rafael, os dedos se fechando em torno da base quente.
Caralho Rafael arquejou, jogando a cabeça para trás quando Leroy começou a bombear sua mão para cima e para baixo, o movimento lento e deliberado, como se estivesse testando o peso, a textura. — Essa boca é uma armadilha.
Guto gemeu baixo, os dedos se enterrando nos cabelos de Leroy enquanto ele empurrava o quadril para frente, forçando mais alguns centímetros para dentro da garganta úmida. Leroy engasgou levemente, mas não recuou. Em vez disso, relaxou a garganta, sentindo o pau grosso deslizar mais fundo, a ponta batendo no fundo da boca antes que ele recuasse, deixasse uma trilha de saliva escorrer pelo comprimento. Sua outra mão agora massageava as bolas de Guto, os dedos pressionando levemente a pele enrugada, enquanto a boca se voltava para Rafael, engolindo metade do comprimento de uma vez, a língua girando em torno da cabeça sensível.
Vamos lá, sua vadia Guto rosnou, puxando os cabelos de Leroy com mais força, obrigando-o a olhar para cima. Você não quer só chupar, quer? Quer sentir isso aqui te esticando por dentro.
Leroy soltou o pau de Rafael com um pop úmido, a saliva escorrendo pelo queixo. Seu próprio pau latejava, duro como pedra, a ponta roçando contra o azulejo frio da piscina.
Quero disse, a voz rouca. Quero os dois. Ao mesmo tempo.
Rafael riu baixo, um som gutural que terminou em um gemido quando Leroy voltou a chupá-lo, desta vez com mais urgência, a mão apertando a base do pau enquanto a outra ainda brincava com as bolas de Guto.
Então sai dessa porra da água Guto ordenou, dando um tapa leve na bochecha de Leroy.
De quatro, agora.
Não houve resistência. Leroy se arrastou para fora da piscina, a água escorrendo pelo corpo enquanto ele se ajoelhava no chão de cerâmica, as mãos apoiadas na beirada. Seu cu, redondo e firme, se oferecia sem vergonha, a pele ainda úmida, o buraco apertado piscando levemente quando ele arqueou as costas. Guto não perdeu tempo: cuspiu na própria mão e passou a saliva entre as nádegas de Leroy, o dedo médio pressionando contra o anel de músculo até sentir a resistência ceder. Leroy gemeu, o som abafado quando Rafael se aproximou, segurando seu próprio pau e esfregando a cabeça contra os lábios entreabertos do amigo.
Chupa enquanto ele te abre Rafael sussurrou, empurrando para dentro da boca quente sem esperar resposta.
Leroy obedeceu, a língua se enrolando em torno do comprimento enquanto Guto trabalhava nele, primeiro com um dedo, depois com dois, esticando, preparando. A dor era boa, uma queimação que se espalhava pelas coxas, fazendo seu pau vazar mais pré-gozo no chão. Ele empurrou o quadril para trás, implorando sem palavras por mais, e Guto não o decepcionou. Com um movimento rápido, ele se posicionou atrás de Leroy, a cabeça do pau pressionando contra a entrada já relaxada.
Vai doer, seu safado Guto avisou, mais para si mesmo do que para Leroy, antes de empurrar para dentro com um único movimento firme.
Leroy gritou em torno do pau de Rafael, as mãos se fechando em punhos enquanto o corpo lutava para se ajustar à invasão. Guto não parou. Ele puxou o quadril para trás e empurrou de novo, desta vez mais fundo, sentindo o calor apertado envolvendo cada centímetro do seu pau. Rafael, percebendo o momento, segurou a cabeça de Leroy com as duas mãos e começou a foder sua boca com mais força, os quadris batendo contra os lábios de Leroy a cada investida.
Isso aí Guto grunhiu, as bolas batendo contra o cu de Leroy a cada estocada. — Engole esse pau, sua puta. Você pediu por isso.
Leroy não conseguia respirar direito, mas não importava. Sua garganta se contraía em torno de Rafael enquanto Guto o destruía por trás, os dois paus trabalhando em ritmo alternado, como se estivessem competindo para ver quem o faria desmoronar primeiro. A dor inicial havia se transformado em um prazer tão intenso que suas pernas tremiam, o pau latejando entre as coxas, esmagado contra o chão a cada empurrão de Guto.
Mais Leroy conseguiu balbuciar quando Rafael recuou por um segundo, a saliva escorrendo pelo queixo. Me comam como se não tivesse amanhã.
Guto riu, um som rouco e sujo, antes de agarrar os quadris de Leroy com força e começar a martelar nele de verdade, o som molhado dos corpos se chocando ecoando pelo quintal vazio. Rafael não ficou para trás. Ele segurou o pau com uma mão e a nuca de Leroy com a outra, forçando-o a engolir até a base, sentindo a garganta do amigo se fechar em torno da cabeça latejante.
Vou gozar Guto avisou, a voz tensada. Vou encher essa sua boca, sua vadia.
Leroy gemeu em resposta, o som vibrando em torno do pau de Rafael, e foi isso que bastou. Guto enterrou o pau até o talo uma última vez, os dedos cravando na carne dos quadris de Leroy enquanto o orgasmo o atingia, jatos quentes de porra disparando dentro do cu apertado. Leroy sentiu cada pulsação, o calor se espalhando por dentro dele enquanto Guto continuava a se mover, mais devagar agora, como se quisesse espremer até a última gota.
Rafael não aguentou ver aquilo. Com um rosnado, ele empurrou o pau para o fundo da garganta de Leroy e gozou também, o esperma espesso jorrando direto para o estômago do amigo. Leroy engoliu tudo, os olhos lacrimejando, o corpo tremendo com o esforço de aguentar as duas cargas ao mesmo tempo.
Mas Guto não havia terminado. Mesmo depois de gozar, seu pau ainda estava duro, e ele não teve piedade. Com um movimento brusco, ele puxou Leroy para cima, fazendo com que o amigo ficasse de joelhos, e empurrou-o de volta para a beirada da piscina. Dessa vez, foi sem gentileza: Guto segurou as coxas de Leroy e o penetrou de novo, o pau deslizando fácil na mistura de porra e saliva. Cada estocada era mais forte que a anterior, a água da piscina chapinhando ao redor deles enquanto Leroy gritava, as unhas arranhando o azulejo.
Isso, seu puto Guto grunhiu, os músculos das costas se contraindo com o esforço. Toma esse pau como deve ser.
Rafael, ainda ofegante, se ajoelhou ao lado deles e cuspiu na própria mão antes de começar a se masturbar novamente, os olhos fixos no cu de Leroy sendo destruído. Não demorou muito para que ele gemesse baixo, mais um jato de porra espirrando no chão, misturando-se à água da piscina.
Finalmente, Guto soltou um último gemido gutural e gozou de novo, desta vez dentro de Leroy, enchendo-o até transbordar. Leroy sentiu o calor escorrendo pelas coxas quando Guto se afastou, o pau finalmente amolecendo. Ele caiu para frente, os braços tremendo, o corpo coberto de suor, saliva e esperma. A piscina, antes tão convidativa, agora parecia um espelho do que haviam feito: uma bagunça quente, molhada e completamente suja.
Caralho Rafael murmurou, passando a mão pelo cabelo molhado enquanto observava Leroy tentando se recuperar. Acho que a gente vai ter que alugar essa casa mais vezes.
Leroy riu, um som rouco e sem fôlego, antes de se virar para eles, o rosto corado, os lábios inchados. Seu pau, finalmente amolecendo, ainda pingava pré-gozo no chão.
Só se vocês prometerem me comer igual da próxima vez respondeu, estendendo a mão para que o ajudassem a se levantar.
Guto pegou sua mão e puxou-o para cima, mas em vez de soltar, o puxou contra o próprio corpo, a boca colando na de Leroy em um beijo sujo, onde o gosto de esperma ainda estava fresco.
Prometido Guto sussurrou contra os lábios do amigo, antes de dar uma última mordida no lábio inferior. E da próxima vez, a gente traz mais cerveja. Pra aguentar a noite toda.
2 Comments
Recommended Comments