Jump to content

leroybancrof

364 views

O sol já começava a descer quando Leroy se acomodou no sofá de couro marrom da sala, o corpo afundando levemente no estofado macio. A casa do tio Marcelo tinha aquele cheiro familiar de café fresco misturado com o amargo do cigarro que ele sempre fumava depois do almoço. As cortinas estavam entreabertas, deixando entrar uma luz dourada que se espalhava pela sala, iluminando as fotos emolduradas na parede, uma delas, mais antiga, mostrava Marcelo ainda jovem, com o mesmo sorriso malandro que agora se estendia enquanto ele folheava um jornal sem muita atenção.

 

image.png.fab3cbc48eba3d44347d63e3365ad3d9.png

 

Leroy, com os pés descalços apoiados na mesa de centro, mexia no celular, mas seus dedos paravam a cada poucos segundos, como se algo o distraísse. Ele usava uma camiseta branca justa, que marcava os contornos dos músculos ainda em formação nos braços, e uma bermuda jeans surrada, que deixava à mostra as coxas bronzeadas. O calor do final de tarde grudava a roupa no corpo, e ele se mexia no sofá, incomodado, até que finalmente suspirou e esticou as pernas, os dedos dos pés roçando sem querer na coxa de Marcelo.

 

Tio… chamou, a voz arrastada, como se estivesse apenas comentando o tempo.

Marcelo abaixou o jornal, os olhos escuros se fixando no sobrinho com uma expressão que misturava curiosidade e algo mais, algo que fazia o ar entre eles ficar mais denso. Ele tinha as mãos grandes, os dedos grossos marcados por veias saltadas, e agora as cruzava sobre o peito, esperando.

 

O quê, garoto?  respondeu, a voz rouca, como se tivesse acabado de acordar.

Leroy mordeu o lábio inferior, os dedos brincando com a barra da bermuda antes de, finalmente, se decidir. Com um movimento rápido, ele se levantou um pouco, puxando a cintura elástica para baixo só o suficiente para que a borda vermelha de uma cueca aparecesse, estampada com um desenho que, de relance, parecia um par de lábios entreabertos, úmidos.

 

O tio não quer ver minha cueca nova? perguntou, a voz agora mais aguda, quase desafiadora, enquanto deixava o tecido voltar ao lugar, mas não antes que Marcelo visse o suficiente para entender o recado.

O jornal caiu no chão com um farfalhar seco. Marcelo engoliu em seco, os olhos fixos na virilha do sobrinho, como se hipnotizado. A mão dele se fechou em punho no braço do sofá, os nós dos dedos ficando brancos.

Nossa, menino… murmurou, a voz mais grave, quase um rosnado. Que safadinho você tá ficando, hein?

 

image.png.c8167a3effc47e797afdbfecb7bd8b74.png

 

Leroy não respondeu com palavras. Em vez disso, ele se ajoelhou no sofá, virando o corpo de lado, as coxas se abrindo levemente, como se convidasse o tio a olhar melhor. A bermuda desceu mais um pouco, e dessa vez a cueca vermelha ficou totalmente à vista, o tecido fino colado ao formato de algo que já começava a inchar por baixo.

 

image.png.a560d03b22ee5e923f978ed95371c9c4.png

 

Marcelo não resistiu. Com um movimento brusco, ele segurou o pulso do sobrinho, puxando-o para perto até que Leroy caísse de lado em seu colo, a bunda pressionada contra a coxa musculosa do homem. A mão livre de Marcelo subiu pela perna do garoto, os dedos grossos deslizando sob a bermuda, apertando a carne firme da coxa antes de parar bem na curva da bunda, onde a cueca começava.

 

image.png.92e5c194819edcb5884dd8c55e75a1e9.png

 

Vem aqui, seu atrevido , sussurrou, os lábios roçando a orelha de Leroy, o hálito quente fazendo o menino estremecer.  Você sabe que eu não deixo essas coisas assim, né? Depois dessas palmas, eu sei muito bem o que você merece.

 

image.png.172bbf9ecb6b02db103a4e5bdd0673a9.png

 

A ameaça ou promessa fez Leroy se contorcer, o corpo respondendo antes mesmo que a mente processasse. Ele sentiu o calor da palma de Marcelo através do tecido da bermuda, a pressão dos dedos se aprofundando, quase como se estivessem medindo, avaliando. Quando a primeira tapa veio, foi seca, precisa, o som ecoando pela sala como um tiro. Leroy soltou um gemido abafado, os dedos cravando no couro do sofá, mas não se afastou. Pelo contrário, empurrou a bunda para trás, como se pedisse mais.

Marcelo não o decepcionou. A segunda tapa foi mais forte, a mão aberta estalando contra a carne macia, deixando uma marca rosada que logo se transformaria em vermelho. Leroy ofegava agora, o corpo tremendo a cada impacto, mas seus olhos estavam semicerrados, os lábios entreabertos, como se estivesse saboreando algo proibido.

 

image.png.91a2b3e0b694c34a8dbf6d5e90edb359.png

 

Isso mesmo, seu putinho Marcelo murmurou, a voz áspera, enquanto a mão descia para ajustar a própria calça, onde algo crescia, duro, contra o zíper. Você gosta, não é? Gosta de apanhar como o cachorrinho safado que você é.

Leroy não conseguiu responder. As palavras se perderam quando a mão de Marcelo deslizou para a frente da bermuda, os dedos grossos pressionando contra a cueca, onde o pau do garoto já estava completamente ereto, o tecido úmido na ponta. Com um movimento rápido, Marcelo puxou a bermuda e a cueca para baixo em um só puxão, deixando a bunda de Leroy exposta, as nádegas já coradas pelas palmadas. Mas não parou por aí. Com um puxão mais brusco, ele arrancou a cueca vermelha completamente, jogando-a no chão, onde ficou amassada, abandonada.

 

image.png.72a67d07748524be609e76daec3c8308.png

 

Olha só isso  Marcelo rosnou, a mão agora envolta no próprio pau, que saía da calça já duro, grosso, as veias saltadas sob a pele escura.  Você tá todo molhadinho, seu safado. Isso aqui é por minha causa?

Leroy não teve tempo de responder. Antes que pudesse piscar, Marcelo o empurrou para baixo, a mão grande pressionando sua nuca até que os lábios do garoto roçassem a cabeça do pau. O cheiro era forte, masculino, misturado com o suor do dia e algo mais primal, que fez a boca de Leroy encher de água.

 

image.png.021761577fb932daccb187b11f57728b.png

 

Chupa ordenou Marcelo, a voz um comando que não admitia recusa. — Mostra pra mim como você faz isso.

Leroy obedeceu. A língua saiu primeiro, úmida, traçando um caminho lento pela fenda na cabeça do pau, colhendo o líquido transparente que escorria. Marcelo soltou um gemido baixo, os dedos se enterrando nos cabelos do sobrinho, guiando-o para baixo. Quando os lábios de Leroy finalmente envolveram a glande, foi como se um circuito se fechasse o garoto começou a mover a cabeça, devagar no início, saboreando o peso do pau na boca, a textura aveludada da pele esticada sobre a dureza por baixo.

 

image.png.68e527c825c68ffd430ff9f76e6db670.png

 

Isso… assim Marcelo ofegava, os quadris começando a se mover em pequenos círculos, empurrando mais fundo.  Você é bom nisso, seu veado. Mamou muito pau escondido, hein?

Leroy não conseguia responder, não com a boca cheia, mas seus olhos, úmidos, encontraram os do tio por um segundo antes de se fecharem, as sobrancelhas franzindo em concentração enquanto ele engolia mais, a garganta se ajustando ao formato grosso. Saliva escorria pelos cantos da boca, pingando no colo de Marcelo, que agora gemia sem vergonha, as mãos guiando a cabeça do sobrinho em um ritmo mais rápido.

 Vai, seu putinho  Marcelo rosnou, os músculos das coxas tensionando. Engole esse pau todo. Mostra pra mim como você é vadio.

Leroy tentou. As lágrimas escorriam agora, não de dor, mas do esforço de relaxar a garganta o suficiente para tomar cada centímetro, até que seu nariz encostasse nos pelos grossos da base. Marcelo soltou um grunhido gutural, os dedos apertando com força nos cabelos do garoto, mantendo-o ali por um longo segundo antes de puxá-lo para cima, só para empurrá-lo de volta com ainda mais força.

 

 

image.png.06a6690091fe603ec280d92a46b448c3.png

Agora senta aqui  ordenou, a voz rouca de desejo, enquanto se recostava no sofá, o pau ereto apontando para o teto. Vai, cavalga esse pau como a putinha que você é.

Leroy não precisou ser convidado duas vezes. Com as pernas trêmulas, ele se posicionou sobre Marcelo, as mãos apoiadas nos ombros largos do homem enquanto guiava a cabeça do pau até sua entrada. Não houve resistência. Ele estava molhado o suficiente, aberto pelas palmadas, pela humilhação deliciosa de ser tratado como um brinquedo. Quando finalmente desceu, foi devagar, centímetro por centímetro, os lábios entreabertos em um gemido longo e tremido enquanto o pau grosso o enchia por completo.

 

image.png.fdda2cec7b4f09bdd88b4879989e4210.png

 

Porra, seu cu tá apertado pra caralho  Marcelo grunhiu, as mãos segurando a cintura de Leroy com força, os dedos marcando a pele. Move essa bunda, seu veado. Mostra pra mim como você gosta.

E Leroy moveu. Começou devagar, levantando e descendo com cuidado, sentindo cada centímetro do pau raspando nas paredes internas, atingindo pontos que faziam seus dedos dos pés se curvarem. Mas logo o ritmo aumentou, os quadris se movendo em círculos, a bunda batendo contra as coxas de Marcelo a cada descida, o som úmido do sexo enchendo a sala. Marcelo gemia sem parar, as palavras sujas saindo sem filtro

 

image.png.e94aebcf7034e5c624f34beab00b00a5.png

 

Isso, sua puta. Rebola essa bunda gostosa. Você foi feito pra isso, não foi? Pra tomar pau como uma cadelinha no cio.

Leroy não conseguia mais formar palavras. Os gemidos saíam em soluços, o corpo coberto por uma camada fina de suor, os músculos das coxas queimando com o esforço. Mas ele não parava. Não quando as mãos de Marcelo subiram para apertar seus mamilos através da camiseta, não quando os dedos grossos encontraram seu pau duro, começando a bater com ritmo cruel, sincronizado com as estocadas.

 

image.png.ad9841edbc912a8af6a95d7fa5a399a2.png

 

Mais Leroy finalmente conseguiu gritar, a voz quebrada. Me fode mais forte, tio. Por favor.

Marcelo não precisou de mais incentivo. Com um movimento brusco, ele empurrou Leroy para frente, fazendo-o cair de quatro no sofá, a bunda alta, exposta, ainda brilhando com a saliva que escorria do próprio pau. Marcelo se posicionou atrás, as mãos espalmadas nas nádegas do sobrinho, os polegares afastando as bochechas para expor o buraco já relaxado, pronto.

 

image.png.da4e6b855c39f9a1d8a0a3e97976a5ef.png

 

Quando ele entrou de novo, foi sem aviso, sem carinho. Um único empurrão brutal que fez Leroy gritar, as unhas cravando no couro do sofá, os músculos internos se contraindo ao redor do pau grosso que o invadia sem piedade.

 

image.png.abbe6b0e9129020d43fea8fa8093f5c0.png

 

 É isso que você queria, seu putinho?  Marcelo grunhiu, os quadris batendo com força, o som de carne contra carne ecoando alto. Tomar pau como uma vadia barata?

Sim! Leroy choramingou, a cabeça jogada para trás, os cabelos colados no rosto suado.  Mais, tio. Me destrói. Eu aguento.

 

image.png.8e30794ceeee2f477c53e02080ce5f00.png

 

E Marcelo destruiu. Cada estocada era mais forte que a anterior, o pau entrando até o talo, as bolas batendo contra o saco de Leroy a cada impacto. O sofá rangia sob o peso deles, os gemidos de Leroy se transformando em gritos quando Marcelo encontrou aquele ponto dentro dele que fazia tudo doer e arder ao mesmo tempo, uma mistura de prazer e dor que o deixava tonto.

 

image.png.5f83d679b769a53e43c1eb73010064ac.png

 

ai gozar, seu veado Marcelo rosnou, sentindo o próprio orgasmo se aproximando, as bolas apertadas, cheias.  Goza pra mim. Agora.

Não foi preciso dizer duas vezes. Com um grito rouco, Leroy se contorceu, o pau jorrando espasmodicamente entre suas pernas, o sêmen quente se espalhando pelo sofá, pelas próprias coxas. Marcelo não parou. Seus movimentos ficaram mais erráticos, mais desesperados, até que, com um grunhido gutural, ele se enterrou fundo uma última vez, o pau pulsando enquanto jorrava dentro do sobrinho, enchendo-o até transbordar.

Mas não acabou ali. Quando finalmente se afastou, o pau ainda duro e brilhante de fluidos, Marcelo segurou Leroy pelos cabelos, puxando-o para cima até que seus lábios estivessem à altura da cabeça latejante.

Abre essa boca ordenou, a voz áspera.

 

image.png.d4bc5a2e68306892b3c0c65e9e7697b8.png

 

Leroy obedeceu. A boca ainda dolorida da chupada anterior se abriu, a língua saindo para lambuzar os lábios enquanto esperava. Marcelo não demorou. Com um gemido, ele guiou o pau para dentro, os dedos apertando a nuca do sobrinho enquanto a segunda carga de leite quente jorrava direto em sua garganta. Leroy engoliu tudo, os olhos lacrimejando, a garganta trabalhando para não deixar escapar uma gota, até que Marcelo finalmente se afastou, satisfeito, o pau ainda tremendo nos últimos espasmos.

 

 Bom garoto  Marcelo murmurou, passando o polegar pelos lábios inchados de Leroy, colhendo um fio de sêmen que havia escorrido.  Você é mesmo um safadinho. Mas é o meu safadinho, não é?

 

Edited by leroybancrof

0 Comments


Recommended Comments

There are no comments to display.

×
×
  • Create New...