A estrada de terra vermelha serpeava entre os pastos infinitos, o sol da tarde pintando tudo com um tom dourado e empoeirado. Leroy dirigia a velha caminhonete do tio, as mãos grossas apertando o volante enquanto os músculos dos braços se tensionavam a cada buraco no caminho. O cheiro de terra úmida depois da chuva da manhã ainda subia pelas janelas abertas, misturado ao aroma de couro desgastado dos assentos. Ele tinha chegado há poucas horas na fazenda de Pedro, seu tio, um homem de quase cinquenta anos, mas que ainda mantinha o corpo esculpido pelo trabalho braçal ombros largos como um touro, braços marcados por veias saltadas e uma barriga dura, sem um pingo de gordura. A camisa xadrez, aberta nos três primeiros botões, deixava à mostra um peito coberto por pelos grisalhos que desciam em uma linha fina até desaparecerem na cintura da calça jeans surrada.
Dentro da casa, a sala era ampla, com paredes de madeira escura e um sofá de couro gastado pelo tempo. No centro, a lareira crepitava, as chamas dançando e jogando sombras tremulas nas prateleiras cheias de garrafas de cachaça e troféus de rodeio. Pedro estava sentado em uma poltrona de couro, os pés apoiados em um banquinho de madeira, uma garrafa de pinga na mão esquerda e um copo cheio até a metade na direita. Ele tomou um gole longo, os olhos fixos em Leroy enquanto o sobrinho se sentava no sofá, as coxas grossas afundando no estofado.
Então, menino, ainda tá achando que é mais homem que eu? Pedro perguntou, a voz rouca como lixa, os lábios se curvando em um sorriso que mais parecia um desafio. Ele passou a língua pelos dentes, como se já estivesse saboreando algo.
Leroy riu, um som gutural, e esticou os braços para trás, fazendo os músculos dos bíceps incharem sob a camisa justa. Se depender de força, tio, você já perdeu antes mesmo de começar ele respondeu, os olhos brilhando com a provocação. O suor já começava a umedecer a nuca dele, não só pelo calor da lareira, mas pela tensão que crescia no ar, densa como o cheiro de fumaça e álcool.
Pedro se levantou devagar, a calça jeans apertada demarcando o volume entre as pernas enquanto ele se aproximava. Vamos ver isso então ele disse, os dedos grossos já desabotoando a camisa, revelando o peito peludo, os mamilos escuros e duros. Tira essa porra e mostra o que você tem, ou é tudo conversa?
Leroy não hesitou. Com um movimento rápido, arrancou a camisa por cima da cabeça, jogando-a no chão. O peito largo, coberto por uma camada fina de pelos castanhos, subia e descia com a respiração acelerada. Os músculos abdominais, definidos como tábuas de madeira, brilhavam com uma camada de suor. Ele flexionou os braços, os bíceps inchando, as veias saltando como cordas sob a pele. Satisfeito? perguntou, a voz mais grossa agora, o corpo já reagindo à proximidade do tio, à maneira como os olhos de Pedro devoravam cada centímetro dele.
Pedro cuspiu no chão, um gesto bruto, antes de passar a mão pelo próprio peito, descendo até a cintura da calça. Não é por aí que a gente mede um homem, sobrinho ele disse, os dedos já trabalhando no cinturão. O som do couro se soltando ecoou na sala, misturado ao estalar da lenha na lareira. Se quer provar que é melhor, vamos medir o que realmente importa.
Leroy engoliu em seco, os olhos fixos na mão de Pedro enquanto ele abaixava o zíper. O tecido rasgou levemente ao ser forçado sobre a ereção já evidente, e quando a calça e a cueca caíram aos pés, o pau de Pedro saltou para fora, grosso como um punho, as veias inchadas correndo ao longo do comprimento, a cabeça roxa e úmida reluzindo à luz do fogo. Um cheiro forte de homem, de suor e musk, encheu o ar, misturado ao aroma da madeira queimando.
Agora é sua vez! Pedro ordenou, a voz um rosnado. Mostra esse troço, se é que tem coragem.
As mãos de Leroy tremiam levemente quando ele desfez o próprio cinturão, o metal rangendo. A calça jeans deslizou pelas coxas musculosas, levando a cueca junto. Seu pau, já duro, pulou para fora, batendo contra a barriga, o comprimento impressionante, mas não tanto quanto o do tio. A cabeça latejava, uma gota de pré-gozo escorrendo pela fenda. Porra… Ele murmurou, os olhos ainda presos ao pau de Pedro, que parecia crescer ainda mais sob seu olhar.
Pedro deu um passo à frente, o pau balançando pesado entre as pernas. Eu ganhei, menino ele disse, a mão envolvendo o próprio membro, apertando a base enquanto o resto pulsava. E quando eu ganho, você faz o que eu mandar.
Leroy sentiu o calor subir pelo pescoço, mas não desviou o olhar. E o que você quer? perguntou, a voz rouca, as coxas já se esfregando uma na outra, como se buscassem alívio.
Pedro sorriu, um sorriso sujo, os dentes amarelos à mostra. Primeira coisa ele disse, dando outro passo, encostando a ponta do pau no abdômen de Leroy, deixando um rastro úmido de pré-gozo na pele quente do sobrinho você vai me bater uma. E vai ser boa.
Leroy não resistiu. As mãos se fecharam em torno do pau do tio, a pele quente e grossa, as veias latejando sob seus dedos. Ele começou devagar, deslizando a mão de cima para baixo, sentindo o peso, a dureza, o modo como Pedro arqueava as costas, um gemido baixo escapando da garganta. Assim, porra Pedro rosnou, a mão dele descendo para cobrir a de Leroy, apertando mais, acelerando o ritmo. Mais forte. Como se tivesse raiva dessa porra.
Os músculos das costas de Leroy se tensionaram enquanto ele obedecia, os dedos se fechando com força, o som molhado do pau sendo trabalhado enchendo a sala. O cheiro de homem ficava mais forte, misturado ao suor que agora escorria pelo peito de ambos. Pedro gemeu, um som gutural, e empurrou o quadril para frente, forçando o pau mais fundo na mão de Leroy. Isso… assim… ele ofegou, os dedos se enterrando no ombro do sobrinho, as unhas marcando a pele. Vai gozar, porra. Vai gozar tudo nessa mão sua.
Leroy sentiu o pau de Pedro inchar ainda mais, as veias quase estourando, e então o primeiro jorro quente atingiu seu peito, espesso e pegajoso, seguido por mais, e mais, até que seu próprio pau latejava de desejo, o pré-gozo escorrendo sem controle. Pedro ofegava, o corpo tremendo, enquanto Leroy continuava a milkar cada gota, os dedos sujos de sêmen, o cheiro forte e salgado dominando tudo.
Bom garoto Pedro murmurou, finalmente se afastando, o pau ainda duro, mas menos tenso. Ele passou os dedos pelo próprio cum que manchava o peito de Leroy, espalhando-o, marcando-o. Agora, de joelhos. Vamos ver essa boca trabalhar.
Leroy não discutiu. Ele caiu de joelhos no chão de madeira, as tábuas frias contra a pele quente, e antes que Pedro pudesse ordenar, já envolvia a base do pau com os dedos, a língua saindo para lamber a ponta, colhendo o gosto salgado do pré-gozo. Isso Pedro grunhiu, as mãos se enterrando no cabelo de Leroy, puxando-o para mais perto. Chupa essa porra como se fosse a última coisa que você vai fazer na vida.
A boca de Leroy se abriu, os lábios se fechando em torno da cabeça do pau, a língua girando, explorando cada veia, cada dobra. Ele desceu devagar, sentindo o pau de Pedro inchar ainda mais, preenchendo sua garganta, até que o nariz encostava nos pelos pubianos, o cheiro forte de homem invadindo seus sentidos. Ele engoliu, a garganta se contraindo em torno da carne dura, e Pedro gemeu, os quadris começando a se mover em pequenos empurrões. Isso, porra… assim… ele ofegou, as coxas tremendo. Você foi feito pra isso, menino. Pra ficar de joelhos chupando pau.
Leroy não conseguia respirar direito, mas não se importava. As mãos subiram pelas coxas de Pedro, os dedos se enterrando na carne dura, enquanto ele começava a mover a cabeça para frente e para trás, o pau deslizando entre os lábios, a saliva escorrendo pelos cantos da boca. Cada vez que descia, a ponta batia no fundo da garganta, e ele engolia, os olhos lacrimejando, mas sem parar. Pedro gemia sem vergonha agora, os sons sujos enchendo a sala, misturados ao crepitar do fogo.
Agora o cu Pedro ordenou de repente, puxando Leroy para cima com um safanão no cabelo. Vira e mostra esse buraco pra mim.
Leroy obedeceu, virando-se, apoiando as mãos no encosto do sofá, as pernas afastadas. Ele sentiu os dedos de Pedro deslizando entre suas nádegas, a pele áspera, e então uma pressão úmida e quente a língua do tio, lambendo-o de baixo para cima, a ponta girando em torno do seu ânus apertado. Porra! Leroy arfou, as pernas tremendo, o pau latejando, pingando pré-gozo no chão. Pedro não parou. Ele segurou as nádegas de Leroy com força, abrindo-as, a língua agora pressionando contra o buraco, molhando, preparando.
Você vai sentir cada centímetro dessa porra Pedro rosnou, cuspindo mais uma vez, a saliva escorrendo pela fenda. E vai pedir por mais.
Antes que Leroy pudesse responder, ele sentiu a cabeça do pau de Pedro pressionando contra seu ânus, grande, implacável. Relaxa, porra Pedro ordenou, empurrando com os quadris, forçando a entrada. Leroy gritou, as unhas se enterrando no couro do sofá, enquanto o pau do tio o esticava, queimando, preenchendo-o de uma maneira que ele nunca tinha sentido antes. Isso… toma tudo — edro grunhiu, empurrando mais fundo, até que suas bolas bateram contra o saco de Leroy, o pau completamente enterrado.
Pedro não deu tempo para ele se acostumar. Ele puxou o quadril para trás e então empurrou de volta, duro, o pau deslizando para dentro e para fora com força, cada movimento arrancando gemidos sujos de Leroy. — Isso, seu putinho —Pedro ofegava, as mãos segurando os quadris de Leroy com força, os dedos marcando a carne. — Você foi feito pra ser fodido assim, como um cachorro no cio.
Leroy não conseguia formar palavras. Cada investida de Pedro o empurrava mais para frente, o pau dele esmagado contra o sofá, o pré-gozo formando uma poça no couro. Ele sentia cada veia, cada centímetro do pau do tio dentro dele, esticando-o, dominando-o. Pedro acelerou o ritmo, os quadris batendo contra as nádegas de Leroy com um som molhado, os testículos balançando a cada movimento. Vai gozar, porra —Pedro rosnou. Vai gozar com esse pau no seu cu.
E Leroy não conseguiu segurar. Com um grito, seu corpo se tensionou, o pau pulsando, e jatos quentes de sêmen explodiram contra o sofá, enquanto Pedro continuava a fodê-lo sem piedade, cada empurrão prolongando seu orgasmo, até que ele ficou mole, tremendo, o corpo coberto de suor e sêmen. Pedro não parou. Ele puxou Leroy para cima, virando-o, e o jogou no sofá, as pernas do sobrinho abertas, o pau ainda duro dentro dele.
Agora você vai sentar nessa porra Pedro ordenou, segurando Leroy pelos quadris, guiando-o para baixo. Leroy gemeu, sentindo o pau do tio deslizar ainda mais fundo, cada movimento fazendo com que seu próprio pau, ainda sensível, latejasse. Isso… sobe e desce, seu veado Pedro grunhiu, as mãos subindo para apertar os mamilos de Leroy, beliscando-os até que ele gritasse.
Leroy obedeceu, movendo os quadris, sentindo o pau de Pedro raspar dentro dele, cada movimento arrancando gemidos de ambos. Pedro segurou seus quadris com força, ajudando a controlar o ritmo, até que de repente, ele o empurrou para trás, fazendo com que Leroy caísse de quatro no sofá novamente. Agora vai ser do meu jeito Pedro rosnou, e antes que Leroy pudesse reagir, sentiu o pé do tio pressionando sua cabeça contra o encosto, forçando-o a curvar-se ainda mais, enquanto o pau voltava a deslizar dentro dele com força brutal.
Vai gozar de novo Pedro ordenou, e Leroy soube que não tinha escolha. Cada investida era mais forte, mais profunda, até que ele sentiu o pau de Pedro inchar dentro dele, e então jatos quentes de sêmen encheram seu intestino, enquanto seu próprio orgasmo o atingia novamente, mais forte dessa vez, o corpo tremendo, os músculos se contraindo em torno do pau que ainda o preenchia.
Quando Pedro finalmente se afastou, Leroy permaneceu deitado no sofá, o corpo mole, o cu latejando, o sêmen escorrendo pelas coxas. Pedro se sentou ao lado dele, passando a mão pelo cabelo suado do sobrinho, um sorriso satisfeito no rosto. Bom garoto ele murmurou. Sabia que você ia gostar.
Leroy não conseguiu responder. Ele apenas fechou os olhos, sentindo o calor da lareira, o cheiro de sexo no ar, e soube que nunca mais seria o mesmo.
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