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leroybancrof

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Leroy estava relaxando no sofá da sua pequena casa, vestindo apenas uma cueca vermelha vibrante que contrastava com o tom claro da sua pele. O som da porta se abrindo fez ele se virar, e viu Tiago entrando, ainda uniformizado com o suor do quartel brilhando na sua testa. O cheiro de homem suado e de metal preencheu o ambiente.

 

"Nossa, tá de cueca vermelha mesmo," Tiago disse com um sorriso maroto, seus olhos percorrendo o corpo de Leroy. "Vem cá, vamos tirar uma foto que eu sei que você gosta."

 

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Tiago ergueu o braço direito, flexionando o bíceps que estava visivelmente maior e mais definido depois de um dia inteiro de treinamento militar no quartel. As veias saltavam sob a pele bronzeada, testemunho do esforço físico constante. Leroy sentiu um calor se espalhar pelo baixo ventre ao ver aquela exibição de força masculina.

 

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Sem aviso, Tiago atravessou a sala em passos largos e decisivos. Ele agachou-se, encaixando um braço sob as pernas de Leroy e o outro nas suas costas, erguendo-o como se não pesasse nada. Leroy soltou um grito surpreso, envolvendo as pernas na cintura de Tiago automaticamente.

 

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"Vem cá pra cama, eu preciso relaxar," Tiago disse com a voz rouca de cansaço e desejo. "Leroy, como um bom amigo, sempre ajudava ele."

 

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Tiago carregou Leroy até o quarto, depositando-o suavemente na cama de casal. Em seguida, ele começou a desabotoar a calça militar, o som do zíper de metal cortando o silêncio do quarto. Quando a calça caiu no chão, aquela rola enorme saltou para fora, já semi-ereta e pulsando com vida. Leroy engoliu em seco, seus olhos fixos no membro grosso e comprido de Tiago, as veias proeminentes prometendo uma sensação intensa.

 

Sem precisar de instruções, Leroy sentou-se na cama e inclinou-se para frente, pegando aquela pica monumental com ambas as mãos. Ele sentiu o peso dela, o calor da pele, o pulso do sangue correndo pelas veias. Com a língua para fora, Leroy começou a lamber a cabeça rosada, provando o primeiro gosto de precum salgado.

 

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"Caralho, que boca boa," Tiago gemeu, entrelaçando os dedos no cabelo de Leroy. "Mama bem essa rola"

 

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Leroy abriu a boca o máximo que conseguiu, envolvendo a glanda com seus lábios úmidos. Ele desceu lentamente, sentindo aquela pica preenchendo sua boca, esticando suas bochechas. O cheiro intenso de homem não lavado o fez ficar ainda mais excitado, seu próprio pau começando a endurecer dentro da cueca vermelha.

 

Tiago começou a mover os quadris, fodendo a boca de Leroy com movimentos lentos mas profundos. Cada empurrão fazia Leroy engasgar um pouco, lágrimas escorrendo pelas suas bochechas enquanto ele tentava relaxar a garganta para aceitar mais daquela pica deliciosa.

 

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"Agora de quatro," Tiago ordenou, puxando seu pau da boca de Leroy com um estalo sujo. "Quero chupar esse seu cuzinho pra ficar bem molhadinho."

 

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Leroy obedeceu imediatamente, posicionando-se na cama com o traseiro levantado, a cueca vermelha ainda vestida mas já marcada por um pano molhado de precum. Tiago ajoelhou-se atrás dele, puxando o tecido para o lado e expondo aquela bunda branca e o cuzinho rosado que pulsava de antecipação.

 

Tiago não perdeu tempo. Ele mergulhou com a cara entre as nádegas de Leroy, a língua encontrando imediatamente o anzolzinho apertado. Leroy gemeu alto quando sentiu a língua quente de Tiago circulando sua entrada, molhando-o, preparando-o. Tiago chupava com fome, fazendo barulhos sujos enquanto comia aquele cu com voracidade.

 

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"Caralho, que cuzinho gostoso," Tiago murmurou entre lambidas, introduzindo um dedo enquanto continuava a lamber. "Tão apertadinho, tão quentinho."

 

Leroy empurrava o traseiro para trás, querendo mais, sentindo o dedo de Tiago entrando lentamente, abrindo-o, preparando-o para o que estava por vir. O prazer era intenso, ondas de calor percorrendo seu corpo enquanto Tiago o preparava.

 

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"Mama aqui a rola do seu amigo, vai em," Tiago disse, retirando o dedo e substituindo-o pela cabeça do seu pau enorme.

 

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Leroy sentiu a pressão contra seu cuzinho, um momento de dor aguda seguido por prazer intenso quando a glanda passou pelo anel muscular. Ele gemeu no travesseiro, os dedos agarrando os lençóis enquanto Tiago entrava lentamente, centímetro por centímetro, até que estivesse completamente enterrado dentro dele.

 

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"Porra, que aperto," Tiago suspirou, esperando um momento para que Leroy se adaptasse. "Tão bom, seu cuzinho é melhor que qualquer mulher."

 

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Em seguida, Tiago começou a mover-se. Primeiro devagar, depois aumentando o ritmo, até que estava fodendo o cu de Leroy com força total. Cada estocada fazia a cama ranger, os corpos batendo um no outro com sons sujos de pele contra pele. Leroy gemia incontrolavelmente, seu próprio pau duro pingando precum no lençol.

 

"Sim, fode meu cu, caralho," Leroy gritava, empurrando para trás para encontrar cada empurrão de Tiago. "Mais forte, por favor!"

 

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Tiago obedeceu, pegando os quadris de Leroy com força e fodendo como se não houvesse amanhã. O quarto ficava cheio de gemidos, suores e o cheiro intenso de sexo bruto. Tiago sentia o orgasmo se aproximando, mas queria mais.

 

"Muda de posição," ele ordenou, puxando fora abruptamente. "Vai pra escada da beliche."

Leroy, ainda tonto de prazer, obedeceu. Ele se pendurou na escada de metal da beliche, o corpo formando um ângulo com o traseiro exposto. Tiago posicionou-se atrás dele, entrando novamente com um movimento rápido que fez Leroy gritar de dor e prazer.

 

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Naquela posição, Tiago tinha acesso ainda mais profundo. Ele fodia com força, as mãos segurando as nádegas de Leroy, os dedos marcando a pele branca. Leroy se agarrava à escada, o corpo balançando com cada estocada poderosa, o pau batendo no metal frio.

 

"Vou gozar," Tiago avisou, a voz tensa. "Caralho, vou gozar dentro do seu cu!"

 

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"Não, na minha boca," Leroy implorou. "Quero provar seu leitinho."

 

Tiago hesitou apenas um segundo antes de puxar fora. Leroy se virou rapidamente, deitando-se de costas na cama, a boca aberta e a língua para fora. Tiago aproximou sua rola pulsante, a glande roxa e brilhante de lubrificante.

"O leitinho está quentinho," Tiago disse com a voz embargada. "Abre a boca, vai."

 

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Leroy obedeceu e Tiago começou a gozar. Jatos quentes e grossos de porra atingiram a boca de Leroy, o rosto, o peito. Leroy engoliu o que conseguiu, sentindo o sabor salgado e amargo do esperma do seu amigo. Tiago continuou gozando, até que as últimas gotas caíram na língua de Leroy.

 

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Quando terminou, Tiago caiu na cama ao lado de Leroy, os dois ofegantes, cobertos de suor e porra. Leroy virou a cabeça para olhar Tiago, um sorriso satisfeito no rosto.

 

"Melhor boas-vindas do quartel que eu poderia imaginar," Leroy disse, a voz rouca.

 

Tiago riu, puxando Leroy para um beijo sujo e demorado, compartilhando o gosto da própria porra. Naquele momento, no quarto cheio de cheiro de sexo e suor, os dois amigos sabiam que aquela seria apenas a primeira de muitas noites intensas juntos.

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