Jump to content

leroybancrof

102 views

image.png.b365b0320fcde7fe6f2a3945f4b7ed1f.png

 

O barzinho de esquina, batizado de forma prosaica como "A Esquina", exalava o cheiro de azeitonas marinadas, pão caseiro e o buquê complexo do vinho que servia em taças de cristal levemente embaçadas. Leroy e Bruno estavam instalados numa mesa de ferro fundido, pequena o suficiente para que seus joelhos se roçassem a cada pequeno movimento. A conversa flutuava sobre assuntos banais, o trânsito da cidade, um cliente difícil no trabalho, os planos para o fim de semana. Leroy girou o vinho tinto em sua taça, observando as pernas coloridas escorrerem pelo vidro antes de levar ao lábio e sentir o gosto frutado e terroso invadir seu paladar. Ele olhou por cima da borda do copo para Bruno, que ria de alguma piada sem graça que ele mesmo contara. O som da risada de Bruno, grave e contagiosa, fez algo dentro de Leroy se mexer.

 

image.png.29ef8f019637716a292b83b97e001408.png

 

Após duas longas tacadas de vinho, o álcool começou a fazer seu efeito, descontraindo os músculos e soltando a língua. Leroy recostou-se na cadeira de madeira, que rangeu em protesto. De forma despretensiosa, ele esticou as pernas por baixo da mesa, deixando seu joelho encostar de leve na perna de Bruno. Não houve reação. Bruno continuou a falar, agora sobre a última série que assistira. Leroy então, com uma lentidão calculada, moveu a perna novamente, desta vez deslizando sua canela pela calça jeans de Bruno, um toque mais longo e deliberado. A voz de Bruno falhou por um segundo, uma pequena hesitação quase imperceptível, mas que Leroy captou com a precisão de um predador.

 

image.png.091954b81ee7f26b26ed518f7f68b77e.png

 

Encorajado, Leroy foi mais longe. Sua mão, que antes repousava no colo, desceu sob a proteção da toalha de mesa xadrez. Seus dedos encontraram o tecido áspero do jeans e começaram a traçar um caminho lento pela coxa de Bruno, em direção à sua virilha. Bruno parou de falar no meio da frase. Ele olhou para Leroy, que mantinha o rosto impassível, os olhos fixos na própria taça de vinho, como se nada estivesse acontecendo. Mas a mão de Leroy não parou. Ela encontrou o volume adormecido sob o denim e começou a carregá-lo com a ponta dos dedos, apertando, sentindo a forma maleável.

 

image.png.a7d5513dc25a3d00d117edfbedfaeb70.png

 

Bruno prendeu a respiração. O toque, embora discreto, era eletrizante. Ele sentiu o sangue começar a correr, a inchar o membro que dormia sob a calça. O toque de Leroy tornou-se mais firme, mais insistente, e logo o pau de Bruno estava duro, uma haste quente e pulsante contra o tecido apertado, um testemunho inegável do desejo que se inflamava naquele canto escuro do bar. A situação era surreal. Ali, no meio do zumbido de conversas alheias e do tilintar de talheres, a mão de Leroy o possuía, e o tesão que tomou conta de Bruno era tão avassalador que ele sentiu o mundo ficar embaçado. Ele não acreditava na ousadia, na pura confiança do gesto.

 

image.png.82af6b2a84b215fb8496b16f188a09d2.png

 

Ele não aguentou mais um segundo daquela tortura deliciosa. Com um movimento brusco, pousou a taça na mesa, o som seco do vidro contra a madeira cortando o ar entre eles. Ele se inclinou para a frente, o rosto a poucos centímetros do de Leroy, a voz um sussurro rouco e carregado de urgência. "Vamos", disse ele. "Ali pra aquele beco escuro. Eu quero te fuder." Não foi uma pergunta, foi uma ordem, uma declaração de intenção que fez Leroy finalmente erguer o olhar, um sorriso de vitória e desejo puro brilhando em seus lábios.

 

image.png.796cd1e548daec7911b69fb9f0b13f0d.png

image.png.0a2660720fca6247701c321a8ff84a96.png

 

Levantaram-se sem mais palavras, deixando o vinho quase intacto nas taças. O ar da noite estava fresco contra suas peles aquecidas. Caminharam lado a lado em silêncio, o som de seus sapatos no calçamento irregular marcando o ritmo da sua antecipação. O beco que Bruno mencionou era uma brecha escura e estreita entre dois prédios de fachada antiga. O cheiro de umidade e lixo velho impregnava o ar. Mal cruzaram a linha de sombra, a atmosfera mudou completamente. O barulho da cidade pareceu distante, abafado, substituído pelo som de suas próprias respirações ofegantes.

 

image.png.8728b9d8056dee2fc03e87e35b7899d7.png

image.png.6042aedf70dfce58b72ca5b2dae545d6.png

 

Bruno empurrou Leroy contra a parede fria e úmida de tijolos, mas Leroy, com uma agilidade que surpreendeu, já estava descendo, seus joelhos encontrando o chão sujo e irregular. Suas mãos foram direto ao zíper e ao botão da calça de Bruno, abrindo-os com uma destreza que falava de experiência. O pau de Bruno saltou para fora, livre do confinamento do jeans, duro, grosso e pulsando sob a luz pálida da lua que se infiltrava no beco. A cabeça era roxa e brilhante, um pequeno orifício na ponta já a vazar uma gota de líquido transparente.

 

image.png.120fafdf71f0834fd2bdd168dabc7e2b.png

image.png.a334f89971836a83e8717fbfb7b05d02.png

 

Leroy não hesitou. Ele abriu a boca e mergulhou, engolfando a cabeça quente e salgada do pau de Bruno. Bruno soltou um gemido abafado, sua mão indo instintivamente para o cabelo de Leroy, entrelaçando os dedos e puxando suavemente. Leroy começou a chupar com uma fome que parecia ter sido contida por anos. Ele desceu com o pau até a base, sentindo-o bater no fundo de sua garganta, o cheiro forte e masculino de Bruno invadindo suas narinas. Ele usou a língua, envolvendo a haste, lambendo as veias salientes. Depois, recolheu-se, prendeu a boca no saco escrotudo de Bruno, chupando primeiro um testículo, depois o outro, sentindo o peso e o sabor deles na sua boca.

 

image.png.4755d57e7dda62ab7d968bd8c1ff4a41.png

image.png.e58e78653de188b82c61b88343750bec.png

image.png.2e0b1c094e250f52d13d90a20272e7e4.png

image.png.614ba5da3a5b250560d9a7df90170540.png

Não demorou muito. Leroy, sabendo que Bruno estava à beira do ponto de ruptura, levantou-se com um

movimento fluido. Virou-se de costas para Bruno, apoiando as palmas das mãos na parede fria e oferecendo seu cu. Bruno não precisou de segundo convite. Ele puxou a calça e a cueca de Leroy para baixo, expondo duas nádegas brancas e firmes e um cuzinho liso e rosado que parecia pulsar de expectativa. Ele cuspiu na mão, passou a saliva na própria vara pulsante e posicionou-a na entrada daquele orifício tão convidativo.

 

image.png.f2aa684fd0c32af2b3137988ac032a5f.png

 

A primeira investida foi forte, sem cerimônia. Bruno enterrou o pau no cu de Leroy com um único golpe profundo, fazendo-o grunhir, uma mistura de dor aguda e prazer avassalador que percorreu seu corpo. Bruno não deu tempo para adaptação. Ele começou a fuder, puxando quase todo o pau para fora e depois socando-o de volta para dentro, com força, com raiva, com desejo. O som das peles batendo, úmido e violento, ecoava no silêncio do beco. Querendo mais, ele agarrou Leroy pela cintura e o ergueu do chão. Leroy envolveu as pernas nas costas de Bruno, que agora o sustentava no ar. Nessa posição, Bruno conseguia socar ainda mais fundo, cada golpe parecia atingir o fundo da alma de Leroy, que gemia e se contorcia em seus braços.

 

image.png.f87b6e0bec22ee39f6e4209d810f6f53.png

image.png.d611f7c44ece95f80b94cd36aebffefb.png

image.png.d74a54601265773df4e18e8e3335d831.png

 

Sentindo a porra borbulhar em suas bolas, Bruno sabia que não duraria muito mais. Ele soltou Leroy, que caiu de pé, um pouco trôpego. "Ajoelha", Bruno ordenou, a voz gasta pela respiração pesada. Leroy obedeceu imediatamente, caindo de joelhos no chão imundo do beco, a cabeça erguida, a boca aberta, a língua de fora, esperando. Bruno ficou em pé à sua frente, segurando o próprio pau, que brilhava com o suco do cu de Leroy, e começou a masturbá-lo rapidamente.

 

image.png.44932375acc7d1d045783c0df1ca7fa7.png

image.png.2a7b5b73e0632879e5978ca601d680a3.png

image.png.58973f5bf180fcb0543861b7d6fc9613.png

 

"Abre a boca", gemeu ele, e no instante seguinte, o primeiro jato espesso e quente de porra atingiu o fundo da garganta de Leroy. Vieram mais e mais jatos, enchendo sua boca, escorrendo pelo queixo e caindo em seu peito. Leroy engoliu avidamente, sentindo o gosto salgado e denso da porra de Bruno, enquanto ele ofegava, olhando para baixo, para o homem de joelhos, coberto pelo seu prazer, a boca ainda aberta e pedindo por mais.

 

image.png.bd8ecb1ba13508f6b74e35a2c34c89d0.pngimage.png.78b5f048535d1d039170d1ff42b9895b.png

image.png

0 Comments


Recommended Comments

There are no comments to display.

×
×
  • Create New...