Leroy subiu os últimos degraus até a casa, sentindo o peso da mochila em um ombro e a expectativa no peito. O sol da tarde batia forte na porta de madeira, fazendo a fechadura de latão brilhar. Ele ergueu a mão para bater, mas a porta se abriu antes que seus nós dos dedos pudessem tocar a madeira. Não foi Breno quem o viu primeiro, mas sim a figura encostada no batente da porta — uma silhueta que tirou o fôlego de Leroy. Era Breno — ou melhor, "Tio" Breno, como ele o chamava em tom de brincadeira, apesar de não haver laços de sangue entre eles. Ele vestia um roupão de algodão felpudo desbotado, amarrado frouxamente na cintura. A abertura na frente revelava uma faixa de pele bronzeada e pelos grossos no peito que desciam até o umbigo. Uma perna, coberta por pelos igualmente densos, estava completamente exposta da coxa ao tornozelo.
O olhar de Breno era direto, desprovido de qualquer surpresa, como se ele estivesse esperando por aquele exato momento. Um sorriso lento e cúmplice se espalhou por seus lábios. Leroy sentiu o sangue subir ao rosto — uma onda de calor que nada tinha a ver com o clima. Tentou dizer "oi", mas a palavra saiu como um grunhido seco. O constrangimento que sempre sentia perto de Breno — uma mistura de admiração e um desejo que lutava para esconder — agora estava amplificado, exposto pela quase nudez casual do amigo. Ele podia sentir seu pau começando a inchar dentro da calça jeans, uma traição silenciosa e urgente. Precisava entrar, ir para o seu quarto e se esconder daquele olhar que parecia desnudá-lo completamente.
"Posso entrar?" perguntou Leroy, com a voz embargada pela emoção. Sua mão apertava a alça da mochila com tanta força que seus nós dos dedos ficaram brancos.
Breno não disse nada. Ele se mexeu, mas apenas o suficiente. Encostou-se ainda mais na porta, criando um corredor estreito — uma passagem forçada que tornava o contato físico inevitável. Leroy engoliu em seco. Não tinha escolha. Apertou-se pela fresta, virando o corpo de lado para passar. O cheiro de Breno o envolveu — uma mistura de sabonete fresco, suor limpo e algo inerentemente masculino que fez a cabeça de Leroy girar. Foi então que aconteceu. Ao passar, o braço de Leroy roçou no corpo de Breno, e ele sentiu. Claro e inegável. O pênis duro de Breno, pressionado sob o tecido fino do roupão, bateu firmemente contra o dorso da mão de Leroy. Estava quente, sólido e pulsante. Leroy congelou por uma fração de segundo, cada músculo do seu corpo se tensionando.
Não houve pedido de permissão. Nenhuma pergunta foi feita. Breno simplesmente agiu. Uma mão grande e quente pousou no ombro de Leroy, impedindo-o de avançar. Então, essa mesma mão deslizou para baixo, agarrando a barra da camiseta de Leroy e puxando-a para cima num movimento decisivo. Como que em transe, Leroy ergueu os braços, permitindo que a peça fosse arrancada de seu corpo e jogada no chão. O ar mais fresco da casa atingiu seu peito nu, fazendo seus mamilos endurecerem. A mão de Breno retornou, agora explorando a pele exposta. Dedos ásperos traçaram as linhas de seu abdômen, beliscaram um de seus mamilos e desceram até o cós de sua calça jeans. Leroy não se moveu. Não resistiu. Simplesmente ficou ali parado, sem fôlego, enquanto a vergonha dava lugar a uma submissão fervorosa.
A mão de Breno deslizou até o cinto de Leroy, e o som do metal se abrindo ecoou no corredor silencioso. O zíper deslizou para baixo com um rangido baixo e provocante. A calça jeans escorregou pelas pernas e se acumulou em seus tornozelos. Agora, Leroy estava apenas de cueca, seu pênis duro e pulsante criando um volume evidente no tecido. Breno deu um passo para trás, seu olhar percorrendo o corpo de Leroy com uma fome que não precisava de palavras. Ele abriu o próprio roupão, deixando-o cair aos seus pés. Seu pênis saltou para fora — grosso e comprido, com a glande rosada brilhando com o líquido pré-ejaculatório.
Sem aviso prévio, Breno colocou a mão no topo da cabeça de Leroy e aplicou uma pressão suave, porém firme. Leroy entendeu a ordem silenciosa. Seus joelhos fraquejaram e ele cedeu, abaixando-se lentamente até ficar de joelhos no chão de madeira. Seu rosto agora estava na altura do pênis de Breno. Ele podia sentir o calor irradiando dele e ver os detalhes das veias salientes. Com a respiração trêmula, Leroy entreabriu os lábios e o abocanhou. Tinha um gosto salgado e limpo. Ele começou a chupar, movendo a cabeça para frente e para trás, sua língua explorando cada centímetro da carne rígida.
Breno não estava satisfeito com o ritmo lento.
Ele entrelaçou os dedos nos cabelos de Leroy, cerrando a mão em um punho. "Mais rápido", rosnou, a voz rouca de desejo. Começou a guiar a cabeça de Leroy, empurrando-a para frente e enfiando o pênis mais fundo em sua garganta. Leroy engasgou, lágrimas brotando nos cantos dos olhos, mas não tentou parar. Relaxou a garganta o máximo que pôde, permitindo que Breno o usasse — que o fodesse com a boca. O som da respiração ofegante e os ruídos úmidos da felatio preenchiam o ambiente.
Após alguns minutos desse abuso prazeroso, Breno o agarrou pelos cabelos, forçando-o a se levantar. Virou Leroy de costas e o empurrou em direção a um pufe redondo perto da parede. Leroy desabou sobre ele, com a barriga encostada no estofado e a bunda empinada — exposta e vulnerável. Ouviu Breno cuspir e sentiu um dedo molhado pressionar seu orifício apertado. O dedo deslizou para dentro, preparando-o rápida e brutalmente. Momentos depois, foi substituído por algo muito maior. A cabeça do pênis de Breno forçou sua entrada, e Leroy gritou — uma mistura de dor e prazer intenso percorrendo seu corpo como um raio.
Breno não esperou que ele se ajustasse. Começou a penetrá-lo com força — cada estocada profunda e poderosa, fazendo o pufe deslizar pelo chão. As coxas de Breno batiam contra as nádegas de Leroy com um som rítmico e carnudo. Leroy agarrou o pufe, seus dedos cravando no tecido enquanto era penetrado completamente. Breno o puxou para cima, virando-o de quatro no chão.
Ele se ajoelhou atrás dele e penetrou novamente, ainda mais fundo. "Senta no meu pau", ordenou Breno, com a voz rouca e gemida. Leroy obedeceu, empurrando a bunda para trás para encontrar as estocadas de Breno, sentindo o pau esticar seu orifício apertado ao limite. Os gemidos de Breno ficaram mais altos, mais descontrolados.
O ritmo de Breno tornou-se errático, suas estocadas mais curtas e urgentes. Ele se inclinou sobre as costas de Leroy, o suor do peito pingando na pele do amigo. Sua respiração quente queimava a orelha de Leroy. "Não pare", ofegou ele, a voz rouca de urgência primal. "Quero encher seu cu apertadinho de porra." Com um rugido gutural, ele enfiou o pau até o fundo e gozou. Leroy sentiu onda após onda de porra quente jorrando dentro dele, preenchendo-o, marcando-o.
Breno continuou se movendo lentamente, ejaculando completamente dentro do amigo antes de finalmente parar, ofegando sobre o corpo exausto de Leroy. O silêncio que se seguiu foi pesado, quebrado apenas por suspiros de exaustão e pela sensação do sêmen de Breno começando a escorrer lentamente de seu pequeno cu fodido.
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