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leroybancrof

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Leroy estava deitado na cama do seu quarto, olhando para o teto enquanto o som da chuva batia suavemente na janela. O quarto estava iluminado apenas pela luz fraca do abajur ao lado da cama, criando sombras dançantes nas paredes. Ele vestia apenas um shorts de algodão, sentindo o ar fresco na pele.

 

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A porta do quarto se abriu sem aviso, e seu primo Bruno entrou, com o celular pressionado contra o ouvido.

Bruno caminhava de um lado para o outro, a voz baixa e tensa. "Não, amor, eu estou no trabalho... Sim, sei que disse que voltaria cedo, mas surgiu uma emergência." Ele passou a mão pelo cabelo escuro, franzindo a testa. "Não, não posso falar agora... Tudo bem, daqui a pouco eu te ligo." Bruno olhou para Leroy e fez um gesto rápido com a cabeça, indicando que precisava de um momento. "Querida, preciso desligar, o chefe está me chamando... Beijo, te amo." Ele terminou a ligação com um clique seco, jogando o celular na cama de Leroy.

 

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"Putas merdas, essa mulher não me dá um segundo de paz," Bruno resmungou, arrancando a camisa e revelando o torso musculoso coberto de suor. "Ela não faz ideia que estou aqui." Leroy sentou-se na cama, o shorts esticando sobre sua ereção crescente. "Então por que você está aqui mesmo?" Bruno sorriu, um sorriso que não chegava aos olhos. "Porque o que eu quero, ela não me daria." Ele aproximou-se da cama, o bulso da calça jeans marcando claramente sua excitação.

 

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Leroy não precisou de mais convite. Ele virou-se na cama, apoiando os joelhos e cotovelos, deixando o traseiro exposto. O shorts de algodão não escondia nada, e Bruno puxou-o para baixo com um movimento rápido, revelando as nádegas firmes de Leroy. "Você já está pronto, hein?" Bruno comentou, as mãos percorrendo as coxas do primo. Ele se ajoelhou atrás de Leroy, o calor do seu corpo se aproximando.

 

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A primeira lambida foi lenta, deliberada. Bruno passou a língua molhada pelo orifício apertado de Leroy, sentindo o gosto do sabonete e do suor. Leroy arqueou as costas, um gemido baixo escapando dos lábios. Bruno continuou, agora movendo a língua em círculos, abrindo lentamente o caminho. Cada movimento era preciso, calculado para provocar a máxima sensação. Leroy começou a gemer mais alto, as mãos agarrando as cobertas da cama.

"Sim... assim... mais," Leroy sussurrou, o corpo tremendo.image.png.122ab88dfef27457122353b3ac6bad68.png Bruno aumentou o ritmo, a língua entrando mais fundo, explorando cada centímetro. Os gemidos de Leroy encheram o quarto, misturando-se com o som da chuva lá fora. Bruno usou as mãos para separar as nádegas, dando acesso total. Ele podia sentir Leroy relaxando sob seu toque, abrindo-se completamente.

 

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Depois de alguns minutos, Leroy virou-se, o rosto vermelho e os olhos brilhantes. "Agora é a minha vez," ele disse, a voz rouca. Bruno deitou-se na cama, e Leroy imediatamente se inclinou, abrindo o jeans do primo. A piroca de Bruno saltou para fora, grossa e já dura, com veios proeminentes. Leroy não perdeu tempo, envolvendo a cabeça com os lábios.

 

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Bruno gemeu quando Leroy começou a mover a cabeça para cima e para baixo, a língua trabalhando ao redor da glanda. Leroy usou uma das mãos para massagear as bolas de Bruno enquanto a outra segurava a base da piroca. O movimento foi ganhando velocidade, Leroy levando cada vez mais daquela carne para dentro da boca. "Caralho, você sabe fazer isso," Bruno gemeu, as mãos agarrando o cabelo de Leroy.

 

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Leroy aprofundou a mamada, sentindo a piroca bater no fundo da garganta. Ele relaxou os músculos, permitindo que Bruno entrasse ainda mais. Os gemidos de Bruno ficaram mais altos, mais urgentes. Leroy sentiu o corpo do primo tensionar-se, sabendo que estava perto. Mas ele não queria que acabasse tão rápido.

Com um movimento rápido, Leroy se afastou e virou-se novamente, ficando de quatro. "Me fode agora," ele ordenou, a voz cheia de desejo. Bruno não hesitou, posicionando-se atrás do primo. Ele não usou lubrificante, apenas a saliva que ainda restava do rimjob anterior. Com um empurrão forte, ele entrou, fazendo Leroy gritar de dor e prazer.

 

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Bruno começou a foder sem piedade, cada golpe profundo e poderoso. As bolas dele batiam contra as nádegas de Leroy com um som suave e rítmico. Leroy apoiou a cabeça no travesseiro, os gemidos abafados pelo tecido. Ele alcançou a própria piroca, começando a masturbá-se em ritmo com os golpes de Bruno. Sentir aquela pica grossa no cu o deixou completamente duro, o líquido pré-ejaculatório escorrendo pela cabeça.

 

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"Mais forte... me fode mais forte," Leroy pediu, a voz quebrada. Bruno obedeceu, aumentando a força dos golpes. Ele segurava as cinturas de Leroy com força, os dedos marcando a pele. O quarto estava cheio de sons de pele batendo contra pele, gemidos e a chuva insistente lá fora. Leroy sentia o orgasmo se aproximando, a mão movendo-se mais rápido em sua própria piroca.

 

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De repente, Leroy virou a cabeça, olhando para Bruno por cima do ombro. "Na minha boca," ele pediu. Bruno entendeu imediatamente. Ele puxou a piroca do cu apertado de Leroy e se moveu para a frente. Leroy abriu a boca, e Bruno começou a socar a rola na garganta dele, sem cerimônia.

 

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Os golpes eram profundos, fazendo Lerouy engasgar. As lágrimas escorriam pelo rosto dele, mas ele não queria que parasse. Bruno segurava a cabeça de Leroy, controlando o movimento. Com um último golpe profundo, Bruno gemeu alto, e Leroy sentiu o primeiro jato de porra quente na garganta. Bruno continuou vindo, enchendo a boca de Leroy com seu líquido espesso.

 

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Leroy tentou engolir tudo, mas alguns fios escorreram pelos cantos da boca, misturando-se com a saliva e as lágrimas. Quando Bruno finalmente se afastou, Leroy ficou ali, de joelhos, a boca cheia de porra, o rosto vermelho e brilhante. Ele olhou para o primo, que sorriu satisfeito. "Agora sim," Bruno disse, a voz calma. "Isso que eu precisava."

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