O zumbido monótono das máquinas de lavar ecoava pela lavanderia do prédio, um som branco que costumava adormecer a mente, mas naquela tarde parecia apenas ampliar o silêncio pesado entre as paredes de azulejos brancos. Leroy colocou mais uma carga de roupas sujas dentro do tambor, medindo o sabão em pó com precisão automática. Ele estava de cabeça baixa, concentrado na tarefa mundana, quando a porta de vidro se abriu com um chiado hidráulico.
Pedro entrou. Ele acabara de sair da academia, e a presença dele alterou a atmosfera do recinto instantaneamente. O cheiro de cloro, suor e um toque de desodorante forte invadiu o espaço antes mesmo que Pedro cruzasse o limiar da porta. Ele vestia um agasalho largo, mas a parte de baixo era um moletom justo que deixava pouco à imaginação sobre a musculatura das pernas e, principalmente, o volume frontale que balançava com o peso de cada passo.
Leroy endireitou as costas, mas não desviou os olhos. Ele viu Pedro caminhar até uma máquina mais à frente, fingindo procurar algo no bolso. O olhar de Leroy, no entanto, estava preso na região da virilha do outro homem. O tecido do moletom estava esticado, delineando um pacote pesado e impressionante que parecia desafiar a gravidade. Leroy engoliu em seco, sentindo a garganta secar, mas continuou a mexer nas roupas, tentando manter uma aparência de normalidade que já tinha voado pela janela.
Pedro parou de mexer no bolso e virou a cabeça. Ele não estava olhando para as máquinas; estava olhando diretamente para Leroy. O olhar era pesado, escuro, carregado de uma intenção que não deixava margem para dúvidas. Pedro sabia que estava sendo observado, e a postura dele relaxou, os ombros caíram ligeiramente enquanto ele assumia uma pose mais desafiadora, empinando o quadril na direção de Leroy.
O ar entre eles parecia ter sido sugado para fora da sala. Leroy sentiu o coração bater contra as costelas, um ritmo acelerado que nada tinha a ver com o esforço físico. Ele se inclinou para frente, apoiando as mãos na tampa fria e metálica da lavadora, a vibração da máquina em funcionamento percorrendo seus braços. Pedro deu um passo em sua direção. Depois outro. Não havia hesitação em seus movimentos.
Quando Pedro chegou perto, não houve troca de cumprimentos. Ele agarrou o rosto de Leroy com as duas mãos, dedos ásperos pressionando as bochechas, e puxou-o para si. O beijo foi brutal, sem preliminares, batendo os dentes e esmagando os lábios. Leroy grunhiu contra a boca de Pedro, suas mãos subindo instintivamente para agarrar os ombros largos do outro homem, sentindo a dureza dos músculos sob o tecido do agasalho.
Pedro empurrou Leroy para trás, fazendo com que as costas dele batessem contra a lavadora. A máquina tremeu com o impacto, mas o ciclo de centrifugação continuou implacável. Leroy subiu na máquina, sentindo o metal frio nas coxas expostas pelo shorts que usava. Pedro posicionou-se entre as pernas dele, o rosto colado ao pescoço de Leroy, respirando fundo o cheiro de pele e sabão.
Sem soltar os lábios de Leroy, Pedro levou a mão à própria cintura e desfez o cordão do moletom. O tecido escorregou pelos quadris, acumulando-se nos tornozelos. Leroy afastou-se o suficiente para olhar para baixo. O pau de Pedro saltou para fora, duro, grosso, com veias salientes que pareciam pulsar com o sangue quente. A glande era grande, vermelha e brilhante, pedindo para ser tocada.
Leroy não perdeu tempo. Ele desceu da máquina, ajoelhando-se no chão de cerâmica fria. O cheiro de homem era intenso, intoxicante. Ele agarrou a base do pau de Pedro, sentindo o peso e a espessura em sua mão, e aproximou a boca. Sem cerimônia, ele engoliu a glande, a língua rodando em torno da cabeça, provando o gosto levemente salgado da pele esticada.
Pedro soltou um gemido abafado, a cabeça jogada para trás, as mãos pousando pesadamente na cabeça de Leroy, incentivando o movimento. Leroy começou a mamar com vontade, deslizando os lábios para baixo, tomando o máximo que conseguia, sentindo o pau bater no fundo da garganta, provocando lacrimejamento. Ele usava a língua, chupando com força, fazendo sons obscenos de sucção que ecoavam pela lavanderia vazia.
A necessidade de respirar forçou Leroy a recuar, um fio de saliva conectando seus lábios à glande brilhante. Ele se lembrou, de forma vaga, que a roupa ainda estava lá. Ele se virou para pegar o cesto de roupas limpas que estava em um banco atrás dele, ficando de quatro, com o traseiro alto no ar, exposto.
Pedro não deixou a oportunidade passar. Antes que Leroy pudesse alcançar o cesto, ele sentiu as mãos fortes do outro homem agarrarem seus quadris. Pedro puxou o shorts de Leroy para baixo com um movimento brusco, deixando a bunda pelada à mostra. Ele não esperou. Ajoelhado-se atrás de Leroy, Pedro guiou sua rola até a entrada do cu do outro homem.
Leroy prendeu a respiração quando sentiu a cabeça do pau pressionar seu anel. Pedro empurrou. A lubrificação era mínima, apenas a saliva que restara no pau e o suor, mas a força foi implacável. Leroy grunhiu de dor e prazer misturados quando a glande rompeu a resistência, entrando em um movimento único e profundo até que o saco de Pedro bateu em suas nádegas.
Leroy arqueou as costas, os dedos cravando-se no cesto de roupas. Pedro não deu tempo de adaptação. Ele começou a foder com força, puxando quase todo o pau para fora e enfiando de novo, golpes secos e profundos que faziam o corpo de Leroy chacoalhar. O som da pele batendo na pele era alto, ritmado, marcando o tempo da penetração bruta.
Mesmo com a rola destruindo seu cu, Leroy ainda queria mais. Ele se soltou das mãos de Pedro e virou o corpo, sentando-se no chão, agora de frente para o pau que acabara de sair dele. Ele agarrou a base novamente e levou à boca, sugando avidamente, provando o gosto do próprio cu na carne de Pedro. Ele lambeu o eixo, chupou o saco, sussurrando palavrões entre lambidas.
Pedro agarrou a cabeça dele novamente, mas Leroy teve outra ideia. Ele se virou, colocando-se de quatro novamente, mas desta vez virou o rosto para olhar para Pedro sobre o ombro, um convite claro. Pedro entendeu. Em vez de penetrar novamente, ele abaixou a cabeça e espalhou as nádegas de Leroy com as mãos, expondo o furo rosado e inchado. Ele aproximou a boca e lambeu, um toque úmido e quente que fez Leroy estremecer todo. Pedro comeu o cu com voracidade, a língua penetrando, chupando, babando naquele buraco faminto.
A estimulação era demais. Leroy precisava sentir aquela rola dentro dele de novo. Ele empurrou Pedro para trás e o fez sentar-se no banco de concreto onde estava o cesto de roupas. Com as pernas de cada lado de Pedro, Leroy posicionou-se acima dele, segurando o pau ereto e guiando-o para trás.
Ele desceu devagar no início, sentindo a glande abrir caminho novamente, mas em seguida deixou o peso do corpo cair com força. Ele sentou na rola toda, o pau entrando fundo, preenchendo-o completamente. Leroy começou a pular, levantando e descendo os quadris com violência, batendo a bunda na pelve de Pedro. Pedro segurava as nádegas dele, abrindo-as ainda mais para ver a penetração, ajudando no movimento, impulsionando para cima a cada descida de Leroy.
O ritmo ficou frenético. A lavanderia era um turbilhão de sons de gemidos, grunhidos e o barulho úmido da foda. Pedro apertou os olhos, os dentes cerrados, sentindo o prazer subir da coluna. Ele agarrou a bunda de Leroy com tanta força que deixou marcas roxas, e começou a foder para cima com movimentos rápidos e curtos, mirando o ponto certo.
Leroy gritou quando sentiu o orgasmo de Pedro começar. O pau dentro dele pulsou, crescendo ainda mais, e então o jato quente de porra explodiu dentro de seu cu. Pedro gemeu alto, o corpo todo rígido, bombeando o leite quente em golpes profundos. Leroy continuou a se mover, sentindo o líquido escorrendo, lubrificando ainda mais a foda, sentindo o calor se espalhar por dentro dele.
Quando Pedro parou, ofegante, Leroy se levantou lentamente, sentindo a porra escorrer da bunda aberta e escorrer pela coxa. Ele não queria desperdiçar nada. Leroy desceu do banco e se ajoelhou entre as pernas de Pedro novamente. Ele limpou o pau de Pedro com a boca, lambendo cada gota de porra que restava no eixo, chupando a glande para extrair até o último vestígio de leite, engolindo tudo com um sorriso satisfeito nos lábios.
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