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— Ok, vai ser aqui então? — perguntou Pietro, observando o lugar. — Aqui e no estúdio do lado. — Falei, apontando para a parede atrás dele. — São iguais, mas lá temos alguns móveis um pouco diferentes. — Estou bastante animada em trabalhar com você, Pietro. — Sarah o olhou com um brilho no olhar que só vemos em fãs. — Pelo que vi no seu portfólio... Bom, posso dizer que você é um homem bem talentoso. — Então, amor, — comecei. — Você é uma secretária devotada. Seu patrão espera alguns relatórios de vendas e você, como a boa secretária que é, irá trazê-los tarde da noite. O final do expediente reserva algumas surpresas. — Entendi. — Ela assentiu. — E quando eu entro, preciso ir direto para a parte dos relatórios? — Como assim? — perguntei. — Falo no sentido de eu ser um pouco mais sedutora com ele ou mais profissional. — Ela tentou gesticular e explicar, mais com as mãos do que com a boca. — Eu sinto que posso me mostrar mais como uma secretária profissional, focada. Aí, de repente eu me deixo ser seduzida por ele. Pietro mordeu o lábio, aparentemente refletindo sobre a ideia. — É uma ideia ótima. Filmes caricatos pulam direto para a ação. Se eu sou o executivo e estou sozinho no escritório esperando os relatórios, acho que minha secretária iria entrar apressada. Afinal de contas, estamos tarde da noite aqui. E ela se sentiria pressionada a ser mais ágil. Se você topar, Marcos. Podemos adaptar aqueles diálogos para soarem mais como um casal no escritório que sente uma atração, mas nunca tiveram qualquer envolvimento antes. Pietro deu uma ideia tão boa para o roteiro que não pude deixar de incorporar. — Acho que vou acabar te contratando como meu roteirista, Pietro. — Sorri, coçando o queixo. — Mas a ideia é da sua esposa. Eu só acrescentei uma ou duas coisinhas. — A ideia de lançar nossa própria produtora de filmes adultos era inovar até em como contamos histórias. Eu disse ao Marcos que poderíamos fazer mais do mesmo sim. Mas… — Ela fez uma pausa antes de continuar. — Contar histórias o mais próximo possível da realidade. Mas que remetam à mais profunda fantasia. Eu me orgulho de Sarah. Não só por ser minha parceira, agora também parceira nos negócios. Mas por me compreender como ninguém mais compreende. A ideia de filmarmos conteúdo adulto foi minha. Mas não precisei muito para convencê-la. —Respiro fundo antes de dizer. Respiro fundo antes de dizer: — Vocês estão prontos. David —, chamo nosso câmeraman —, hora da ação. — Tudo certo aqui, Marcos. — Ele respondeu, indo para trás do equipamento. — Vamos começar. — Ação! Pietro se posicionou e começou a caminhar ao lado da mesa. Pensativo, ele se comportava como um chefe impaciente aguardando algo. — Senhor Austin —, disse a personagem, entrando apressada. — Trouxe o relatório. Me desculpe a demora. — Senhor Austin —, disse a personagem, entrando apressada. — Trouxe o relatório. Me desculpe a demora. — Como eu poderia ficar nervoso com minha funcionária mais dedicada, hum? Ela sorriu gentilmente, se aproximando dele. O personagem de Pietro esperava que ela apresentasse os documentos para serem analisados. — Eu perdi muito tempo fazendo algumas planilhas naquele computador. Ele está horrível. — Ela desabafou com um suspiro cansado no fim. — Vou pedir para alguém dar uma olhada nisso pela manhã. E então? Deixe-me analisar. — Aqui está. Ensaiado ou não, a secretária deixou cair sua pasta com documentos. Abaixando-se em seguida para apanhá-los. Com desenvoltura e naturalidade, os dois encenaram um fato trivial em escritórios. Como pode uma simples cena de uma mulher se abaixando para apanhar seus documentos no chão, sem a ajuda do chefe imponente e dominador, pode ter tantos significados? Tantas camadas? Eu observava da cadeira de diretor como minha mulher tinha vocação para atriz. Não sei como não percebi esse outro talento dela antes. Convencer com palavras, qualquer um bem treinado consegue. Convencer sem nada dizer, é um talento para poucos. — Aqui está, senhor Austin. A voz dela soou ofegante e um tom mais sereno e dócil. O personagem de Pietro pegou os documentos e começou a analisá-los. Revesando hora os papéis, hora o decote. O silêncio no estúdio cortado apenas pelas respirações dos presentes. — Você fez um trabalho exemplar, Grace. — Ele a tocou levemente no ombro, depositando na pele suave dedos calejados e ásperos. Não via de tão longe, mas poderia jurar que ela estava arrepiada. — Estou feliz que o senhor tenha ficado satisfeito com meu trabalho. Desde que cheguei na empresa, o senhor sempre foi tão gentil comigo. Ele a observou, devorando com os olhos antes de responder. — Você me chama a atenção, Grace. E não é à toa. Seus talentos não passam desapercebidos. — Talentos? — Disse com uma voz ligeiramente trêmula. — Sim. — A mão dele desceu pelo braço dela. — Temos notado que seus talentos precedem você, querida Demonstrando algum nervosismo, ela começou a arrumar os documentos em sua pasta, sob o olhar cobiçoso de seu chefe. — Tem alguém para levá-la para casa essa noite? A personagem de Sarah arregalou os olhos rapidamente. — Como o senhor sabe que volto de carona todos os dias? — Como eu disse… Nós observamos você há algum tempo. Inclinada sobre a mesa arrumando os documentos, a secretária impinou seu traseiro redondo, deixando o chefe com visível desejo. O chefe lambeu os lábios antes de dizer: — Seu talento é indiscutível, Grace. Me pergunto se existe algo que você não consiga fazer. Sutilmente rebolando, a secretária aproximou seu tom de voz para um afago meigo, quase como um abraço quente. E disse: — Chefinho, seria um prazer te oferecer demonstrações de minhas capacidades. — É verdade? — O personagem de Pietro percorreu com os olhos todas as curvas daquele corpo enquanto sondava para verificar se estavam na mesma página. — Eu poderia fazer um teste hoje mesmo. Se você não tiver outro compromisso para esta noite. — Não sei se teria uma diversão tão encantadora como fazer o meu trabalho com o afinco necessário, chefinho. A secretária olhou nos olhos do chefe. — Sou uma funcionária dedicada, mas também sou consciente dos meus talentos. Preciso saber se a empresa… Bom, se ela tem um tamanho adequado para minhas pretensões, profissionais. — Senhorita, Grace... Nossa empresa tem o tamanho certo para torná-la uma mulher feliz. — A voz dele saiu com uma afirmação rouca. — Só existe um jeito de descobrirmos. Sem demora, os dois se aproximaram, colando os lábios num beijo intenso, cheio de necessidade. O personagem de Pietro se despiu, revelando um peito coberto por pelos. Sua devotada secretária ajudou a tirar o resto, aproveitando para tirar sua saia e blusa, deixando ambos em uma quase nudez total. Apenas o sutiã dela resistia, como um último lutador senso de pudor que resistia diante do ímpeto dos dois em pleno meio do escritório. Eu observava enquanto a câmera de David capturava os detalhes da cena. Em outros momentos eu ficaria extremamente furioso ao ver outro homem domar minha mulher com tanto vigor. Não agora. Não hoje. Isso para mim passou a ser tão excitante... De um jeito que eu precisava me ajeitar na cadeira do diretor se não quisesse que o operador de câmera notasse meu tesão. Do mesmo jeito que fingia não ver o volume despontar na calça dele também. . Mesmo da área mais técnica. Mesmo entre os atores. Não tínhamos tanto proximidade com todos nossos colaboradores ainda, para falar sobre nossa dinâmica sexual. Para todos os efeitos, o que acontecia em frente às câmeras ficava em frente às câmeras. — Sua pele é tão macia... Os dedos do chefe percorreram docilmente a extensão dos braços da secretária. A personagem de Sarah arfou com o toque do personagem de Pietro. — Senhor Austin, preciso de uma promoção. — Ela sorriu, saindo da personagem. — Atenção, por favor. — Repreendi com gentileza. — Vamos evitar piadas fora do roteiro. Vamos lá... Ação! — Senhor Austin, me mostre que fiz a escolha certa ao vir trabalhar aqui. Ela se posicionou sentando sobre a mesa do escritório e abrindo as pernas, de forma convidativa. O chefe curvou os lábios em um sorriso satisfeito e mal intencionado. Se encaixando entre as pernas dela, Pietro expandiu seus ombros largos, impedindo que conseguíssemos ver o provável deleite nos olhos de Sarah. A penetração foi acompanhada de um gemido, novamente muito próximo de um miado. Um suspiro leve e carregado de desejo. Pietro a invadiu diante da câmera, e diante dos meus olhos. Sarah o puxou para mais próximo. Suas pernas abertas para recepcionar o homem que a invadia. Comecei a conduzir os dois para que eles não ficassem tão calados, imersos no próprio prazer. Um risco natural diante das câmeras e diante de testemunhas. — Sarah, se inclina para trás e puxa ele pelo pescoço. Vocês estão fodendo no escritório. Ajam como se um sócio fosse entrar e pegá-los. Se movam com mais urgência. — Oh, chefinho! Como você é grosso! Ah! Os seios dela pulavam com as estocadas. Pietro não parava de comê-la, em muitos sentidos. — Toma, Grace. Vai. — Rosnou ele. — Abra as pernas para mim, vai. Deixe eu entrar mais. — Geme para mim, geme… Pietro recobrou seu modo de dominar as parceiras de cena. Como nos filmes que sempre vimos. O que parecia ter mudado até minutos atrás. Como se ele tivesse esquecido de seu talento especial, mas de repente, o tivesse reencontrado. E o ator que sempre vimos retornou. Dominando a cena de forma maestral. Estocadas intensificando e o barulho dos gemidos, entrecortados pelo som de pele em contato, tomaram o estúdio. Assisti a à cena com atenção. Observava o homem que arrancava gemidos e suspiros da minha mulher numa mesa de escritório, enquanto contracenavam como se fossem patrão e secretária. Quando era eu num escritório, jamais poderia imaginar fazer isso com uma funcionária. Advogado, conheço bem como um processo por assédio pode destruir a vida de um homem. Mas observando os dois… Pietro a penetrando de forma agressiva e dominadora, ao mesmo tempo que ela implorava por mais, fiquei pensando porque tanta gente sente prazer com o proibido. Por que nos excita tanto? Nossa produtora era nova, mas nossos filmes mais baixados e mais assistidos eram os que criavam o contexto mais proibido. Mais arriscado. E enquanto Pietro profanava a intimidade de minha mulher, pensei que precisávamos explorar mais dessas produções no futuro. — Vira esse rabo para mim, Grace. A ordem de Pietro terminou com um giro abrupto dela, e um tapa estralado na pele macia de sua bunda. Sarah se curvou sobre a mesa, e foi imediatamente preenchida pelo membro rijo novamente. — Fala para mim, quem é o melhor chefe do mundo? — Ele rosnou rente aos ouvidos dela, mantendo estocadas compassadas e profundas. — Você, senhor Austin. Sarah espalmou as mãos sobre a mesa e se equilibrou para não cair a cada avanço forte contra suas nádegas. — Me diz quem é o chefe com a rola mais gostosa? — Você, chefinho. Ohhhh! Que delícia! — Toma, Grace. Seu chefe inteiro dentro de você. Como você queria, safada. — Toma, Grace. Seu chefe inteiro dentro de você. Como você queria, safada. O estúdio contrastava o silêncio mais respeitoso possível, e o som do sexo selvagem se desenrolando à nossa frente. — Isso, senhor Austin. Me - marca - como - sua. — Ela gemeu cada vez mais alto e a voz trêmula de desejo e pelos movimentos. Pietro arrancou a última peça de vestuário que se segurava em minha esposa. Sutiã que nem mesmo consigo ver onde foi parar. Contraditório que eu a colocasse em situações assim, ao mesmo tempo que me excitava e que me machucava. Eu me segurava naquela última peça de roupa. Mas agora que ela se foi, era como se tivessem me arrancado o último curativo. Podia sentir apenas o que viesse. Só tesão ou só ciúmes? Ou poderia ser os dois e estava tudo bem? Como advogado, meu papel nos tribunais era lidar com a emoção das testemunhas, do júri, do próprio juiz. Agora, conduzindo produções adultas, as coisas não mudaram tanto. Continuo tentando conduzir emoções, esperar para ver qual delas vai surgir a seguir e extrair o melhor resultado para um objetivo. — Isso, senhor Austin! Não para! Tapas estralaram em meio ao som de pele contra pele. E eu continuava administrando emoções. Era tesão o que estava sentindo? Era vergonha de ver minha mulher atuar num filme e dirigir ela enquanto isso? Ou era tesão de ver um cara foder minha mulher, ainda que, profissionalmente? Assistia Pietro a foder com mais força. Palavras que eles emitiam para não ficarem mudos não faziam mais sentido. Soavam como rosnados e sons de animais fodendo. — Isso, gostosa! Rebola para mim. Desse jeito. Mas a gente já não tinha superado essa fase? A fase da descoberta, dos fetiches? De ter um homem ocupando meu lugar na cama? E o que era novo agora? O que mudou? Será que quando outros machos tocassem uma punheta enquanto assistiam minha mulher na tela sendo fodida por um macho que não sou eu, será que era isso que me incomodava? — Safada! Pietro a fodeu com maestria. Seus movimentos de ida e vinda com o quadril em ritmo acelerado, pronto para arrancar o orgasmo dela. — Oh, vou gozar! Vem comigo, chefinho? — Goza com meu pau em você, Grace. Goza para mim, vai. Os movimentos ficaram mais descompassados. E os dois encenaram o orgasmo direitinho. Câmeras desligadas. David deixou o estúdio. Resolvi me aproximar dos dois. — Seus seios têm o tamanho certo. Sabia? Ele a admirou, observando os peitos que tanto amava chupar. — Sério? Marcos e eu sempre conversamos sobre eu… turbiná-los. — É um desejo seu —, disse. — Eu apenas apoiaria se fosse algo que você realmente quisesse fazer. — Acho que não deveria fazer isso. — Seus seios têm um bom tamanho — disse ele, tocando-os. — Bom de apalpar, de chupar. — Acha que são firmes o suficiente? Notei um traço de insegurança na voz dela? — São sim. Olha os dois. Que coisa linda. Sem câmeras e sem o muro erguido do profissionalismo, Pietro envolveu os mamilos de Sarah em um beijo delicado e silencioso. Observados por mim. — Pele macia, cheirosa. — Gostando? — Perguntei numa voz rouca. — Sua mulher é deliciosa, mano. Pietro a dobrou sobre a mesa, deixando o traseiro redondo de Sarah a vista e disponível para ele. Esfregando o membro por fora da entrada de sua vagina, o ator esperava a aprovação dela, mas não só dela. Acredito que ele esperava também minha aprovação. — Come minha mulher, Pietro. Sem esperar, o ator a penetrou. Arrancando um suspiro de tesão. Não posso negar que era fascinante estar há menos de um metro dessa cena deliciosa. De ver Sarah tão disposta a ser fodida por outro cara. E meu membro se avolumando em minha calça me faz lembrar que meu desejo é maior que meu ciúmes. — Calma aí, garanhão. — Sarah se virou repreendendo-o. — Vamos deixar meu cuzinho para mais tarde. Foca na minha boceta, por enquanto. — Medo de não aguentar, gata? Comecei a pensar na mesma hipótese levantada por Pietro. Medo da grossura? E olhando de tão próximo, já dava para entender o tamanho do problema. Com os dedos, ele agradava a boceta de minha esposa com massagens circulares. Dedilhando a intimidade dela para prepará-la para mais uma sessão de estocadas furiosas. — Nossa, isso é tão bom... Sarah rrebolou, acomodando a invasão. — Gostando, gata? Eu observava atentamente o pau entrando, sumindo no interior da boceta da minha mulher. Seus suspiros e gemidos. — — Amor —, digo —, você fica tão linda dando para outro. — Gosta de ver um macho foder sua mulher? Pietro aumentou levemente os movimentos com o quadril, buscando meus olhos para obter a resposta. O que eu via era o peito peludo subir e descer com a respiração pesada de um homem que estava pronto para se derramar a qualquer momento dentro de Sarah. Um pau mais grosso que o meu e uma pegada um tanto mais bruta, que não chegava a ser tão exagerada que soasse como violenta, e nem tão carinhosa que parecesse romântica. Pietro a fodia com movimentos sincronizados com as respirações compassadas. Disse ele: — Cara, sua mulher é gostosa demais. — Concluiu com um tapa deixando os dedos impressos na pele dela em seguida. — Foi por isso, entre outras razões, que não pude evitar de pedir ela em casamento. — Me escapou um sorriso que contagiou o próprio Pietro. — Olha, vida — diz Sarah se inclinando mais para frente. — Esse macho me comer feito uma cadela na sua frente. E de fato, meus olhos percorreram toda extensão do peito musculoso peludo, descendo o caminho de pelos escuros até o encontro do pau dele com a boceta de Sarah. Não sabia seme excitava mais a entrega dela, ou a destreza dele. Os dois. Posso afirmar. E então Pietro fez uma proposta difícil de se recusar: — Quer me ajudar a foder sua mulher, mano? Tentador. E pela ousadia dele, que não sabia se era meramente para aumentar o fetiche, ou se era um convite real, decidi fazer uma proposta mais ousada ainda, aceitando o seu convite. — Se me deixar sentir o gosto da minha mulher no seu pau… Podemos fazer uma brincadeira bem animada juntos. As palavras pularam da minha boca, sem nem esperar uma ofença ou uma agressão. Eu sei que no ramo dos atores de filmes adultos, eles estão acostumados com flertes de homens. Mas éramos só nós três e ele estava em plena atividade de seu prazer. Excitado com a minha esposa tão entregue ali, naquela mesa. Mas eu também estava excitado. Minha cueca dentro da calça estava ensopada de líquido pré-gozo. E isso desde o momento da incenação. Naquele momento éramos reais. Éramos nós mesmos e nosso prazer. E eu estava louco para sentir o gosto da Sarah direto na pica de Pietro. — Isso é uma novidade. — Diz ele reduzindo a velocidade aos poucos. Mas parece interessante. Ajoelhado diante de Pietro, me aproximei sintindo o cheiro do seu sexo. O tesão me enebriando. Como alguém que não pode se controlar diante de uma fonte de alimento, e faminto em quase desespero, caí de boca no seu pau. Suguei o pau dele como um bezerro querendo mamar. — Chupa, mano. Chupa esse caralho. — Ele segurou minha cabeça e a puxou para sua virilha. Pressionando-me a engolir cada vez mais fundo seu membro. O sabor de Pietro invadiu meu paladar. Sua rola dura, minha boca. Sarah observava e eu podia sentir seus olhos sobre mim. Mas logo ela se aproximou, me fazendo companhia para mamarmos a piroca dura do ator. Sarah se ajoelhou ao meu lado e tratou de sugar o mastro de Pietro, que por sua vez, apertava seus dedos nos nossos cabelos, se segurando para não encher nossas bocas de leite antes da hora. Nos beijamos com o pau do peludo entre nós. Pietro fodia o espaço entre nossos lábios. O tesão me fazia sentir que poderia explodir se não colocasse o meu próprio pau para fora. De pé ao lado de Pietro, coloquei meu pau para fora, e logo fui recepcionado pela boca sempre presente e sempre deliciosa da minha mulher. E se tem alguém boa num boquete, esse alguém sem dúvidas sempre foi ela. Se você já gostou do que viu até aqui, em breve confira a a segunda parte dessa cena.
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Sarah "Vamos, querida. Chupe o pau de Pietro. Dessa forma, ele pode pensar cuidadosamente se gosta ou não." Sarah "Come on, honey. Suck Pietro's cock. That way he can think carefully about whether he likes it or not." Pietro "Damn… This feels good." Sarah "Is it good, dear?" Pietro "Your husband's got a sweet mouth." Marcos "This cock tastes good, love." Pietro "Tasting your wife on it?" Marcos "Hers and yours. Both are incredible (I said. Then I tried to reach the base of that monster)" The smell of Pietro's sex intoxicated me. Sarah "You're doing well, honey. Look at him while you do it." Pietro "Have you taught your husband how to suck a cock?" Sarah "Do you think I was a good teacher, from what you've experienced?" Pietro "Not bad..." Pietro "Come on, I want both of you sucking me." Sarah and I started taking turns on Pietro's cock. Pietro "When did I imagine giving my cock to a couple? (Laughs)" Sarah "Marcos and I have the gift of bringing out the sense of, solidarity in people. (Laughs)" Pietro "Leave it hard for your wife, man." Sarah "That's it, honey. Suck him. Suck him real good." Pietro "Suck the cock of the man who's going to fuck your wife." Pietro "Fuck! That feels amazing!" Pietro "Now you, babe. Suck it good." Marcos "From what I see, she's already there." Sarah "She's there alright. And I'm crazy to feel both of you inside me." Sarah "Are you ready too, honey?" Marcos "Always. I'm always ready for you, love." Sarah "Oh, boys... This feels so good." Sarah "And how hard you both are..." Pietro "You want two cocks, don't you?" Sarah "Why settle for one when you can have two at once?" Marcos "Naughty!" Sarah "Oh!" Sarah "Don't stop! Go." Marcos "Sweet pussy, love." Marcos "Now it's my turn to fuck her." Marcos "What do you think, Pietro?" Pietro "I think she's going to have to let me try that little ass." Sarah "You never give up, do you? (She laughed)" Pietro "Look at that beautiful ass... Huh?" Marcos "He wants your ass, love." Sarah "Give him yours, honey. (She jokes) See the size of that cock?" Marcos "Calm down, love. He'll be gentle. Right, Pietro?" Sarah "If it hurts, I'll stop right away. Then you'll have to deal with yours, Marcos." Pietro "Just relax and the alpha will do the rest, babe." Sarah contorted her face in sharp pain. But it eased as Pietro's cock slowly invaded her. Sarah "Too thick! It's going to tear me!" Pietro "Relax. Come to me. Let me in." Sarah started moving her hips to slowly meet Pietro's. On the table, Sarah writhed as she felt Pietro inside her ass and me in her pussy. Sarah "Oh, boys! Fuck me! Huh! Ah... Delicious!" Beside Pietro, I fucked my wife with incomparable pleasure. The musky scent he exuded mixed with Sarah's sweet perfume, and the combination seemed more than perfect to me. I thought my wife must be feeling the same. Maybe not exactly the same. Because she was being ravaged by Pietro's thick cock while I fucked her pussy. But she was loving it. You could see it in her eyes. Moving a little away from Pietro, I continued masturbating to let him reach orgasm without another man in his field of vision. Sarah "Give me your cum, Pietro?" Pietro "You want cum? You want it?" His movements became erratic… Pietro "Turn around." He made her suck him before exploding in her mouth. He made her suck him before exploding in her mouth. Pietro "Until... The orgasm came." An unfamiliar voice said: unk01 "What's going on here?" If you want to check out the story of Happy Couple with extra scenes, more depth, and exclusive content, check out the Patreon.
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